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Ford mostra nova Ranger que vem ao Brasil apenas em 2023

Pick-up ganhou um design arrojado e uma ampla central multimídia disposta na vertical

Autos Carros|Do R7

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Dianteira tem uma ampla grade com a logomarca no meio e uma barra na cor preta ligando aos faróis
Dianteira tem uma ampla grade com a logomarca no meio e uma barra na cor preta ligando aos faróis

Depois de vários teasers divulgados e flagrantes ao redor do mundo, a Ford revelou globalmente a nova geração da Ranger, que será produzida na Argentina e importada para o Brasil apenas em 2023. Além disso, a novidade tem um design arrojado e uma grande central multimídia disposta na vertical.

Traseira mantém os traços retos com faróis dispostos na vertical e com uma nova assinatura luminosa em formato de “E”
Traseira mantém os traços retos com faróis dispostos na vertical e com uma nova assinatura luminosa em formato de “E”

Em relação à motorização, a pick-up deve ser comercializada com motor de 3.0 litros V6 turbodiesel da F-150. Também deve contar com os propulsores de 2.0 litros diesel e o 2.3 EcoBoost turbo de quatro cilindros a gasolina. A montadora norte-americana não revelou a potência dos trens de força e nem qual será o câmbio que equipará a novidade. A nova Ranger ainda terá duas opções de tração nas quatro rodas com função, que permite a troca através de um sistema eletrônico entre os modos 4x2 e 4x4 mesmo com o carro em movimento.


Pick-up deve ser comercializada com motor de 3.0 litros V6 turbodiesel da F-150
Pick-up deve ser comercializada com motor de 3.0 litros V6 turbodiesel da F-150

A empresa ainda comunicou que o modelo ganhou melhorias na suspensão para garantir um melhor conforto e dar mais dinâmica ao rodar. O entre-eixos e a bitola da picape foram aumentados em 50 mm em comparação com a atual geração do carro. Segundo a empresa, essas melhorias também conferem ganhos no ângulo de ataque e um melhor trabalho em uso off-road. Os amortecedores traseiros passam a contar com novos pontos de fixação para entregar um melhor controle dinâmico e conferir suavidade igual a um veículo de passeio.

Tampa da caçamba ainda conta com o nome do carro escrito em baixo relevo
Tampa da caçamba ainda conta com o nome do carro escrito em baixo relevo

Novo design e equipamentos


A nova geração da Ranger passa a ter o novo padrão de design da Ford. Por conta disso, tem linhas retas como o SUV Bronco e, também, a picape Maverick, que será lançada no Brasil no começo do próximo ano. A dianteira tem uma ampla grade com a logomarca no meio e uma barra na cor preta ligando aos faróis, que são de LED e tem a assinatura luminosa em formato de "C". A traseira mantém os traços retos com faróis dispostos na vertical e com uma nova assinatura luminosa em formato de “E”. A tampa da caçamba ainda conta com o nome do carro escrito em baixo relevo. 

Também deve contar com os propulsores de 2.0 litros diesel e o 2.3 EcoBoost turbo de quatro cilindros a gasolina
Também deve contar com os propulsores de 2.0 litros diesel e o 2.3 EcoBoost turbo de quatro cilindros a gasolina

A grande mudança visual está no interior, uma vez que vem equipada com painel digital e uma grande central multimídia de 10,1 ou 12 polegadas disposta na vertical como acontece na Ram 1500 Rebel e, também, na atual versão da Fiat Toro. A multimídia ainda conta com sistema Sync 4, além de ter compatibilidade com o FordPass, que permite gerenciar e controlar funções do carro através de um aplicativo no smartphone.


Interior conta com painel de instrumentos digital
Interior conta com painel de instrumentos digital

A picape vem equipada com mais de 150 acessórios para customização, câmeras de 360 graus, carregador de smartphone por indução, entradas USB e USB-C, start-stop, assistentes de condução, entre outros.

Modelo será produzido na Argentina
Modelo será produzido na Argentina

Além da Argentina, a Ford produzirá a nova Ranger na África do Sul e na Tailândia, onde deve começar a ser fabricada no início do próximo ano. Vale lembrar que para produzi-la em Santa Isabel, em terras argentinas, a montadora investiu US$ 580 milhões.

*Em colaboração Felipe Salomão

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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