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Lotus vem ao Brasil para resgatar herança de Fórmula 1 em nova fase

Marca inglesa é sócia dos chineses em nova fase e pode ter quatro carros no Brasil

Autos Carros|Marcos Camargo JrOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Lotus chega ao Brasil entre 2026 e 2027 com foco em performance e carros elétricos.
  • A operação será feita por um grupo importador, consolidando sua posição de marca premium do grupo Geely.
  • A marca manterá sua herança esportiva e irá lançar modelos eletrificados e híbridos adaptados ao mercado brasileiro.
  • A Lotus buscará competir diretamente com marcas como Porsche, destacando seu legado e inovação tecnológica.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A operação será feita por grupo importador, sem atuação direta da Geely DIvulgação/Lotus 2026

A tradicional Lotus está oficialmente a caminho do Brasil e prepara sua estreia no mercado nacional com foco em performance, exclusividade e carros elétricos, por mais estranho que isso possa parecer.

A operação será feita por meio de um grupo importador — identificado no mercado como LTS (que faz parte do grupo Bamaq) — e não diretamente pela Geely, dona da divisão, marcando uma estratégia diferente de outras marcas globais.


Lotus Emeya amarelo parado de frente no deserto

A chegada ao Brasil, prevista entre o fim de 2026 e o início de 2027, reforça o avanço das marcas premium ligadas ao Geely no país.

Mas como será a estreia de uma marca conhecida aqui pela herança das pistas e que hoje foca em exclusividade?


Fórmula 1 ficará no passado

Fundada por Colin Chapman, a marca tem forte herança na Fórmula 1

Fundada por Colin Chapman, a Lotus construiu sua reputação nas pistas, especialmente na Fórmula 1, onde ficou conhecida por soluções inovadoras e foco em leveza e dinâmica. Essa herança será um dos pilares da marca no Brasil, associando desempenho e engenharia refinada.

O posicionamento segue a lógica global da empresa: atuar como vitrine de performance dentro do grupo Geely, acima de marcas como Volvo e Zeekr, com foco em nicho e baixo volume.


A chegada aumenta a expansão do grupo Geely no país Divulgação/Lotus Geely 2026

Portfólio combina tradição à combustão e nova fase elétrica

A estratégia para o Brasil envolve dois caminhos: manter o legado esportivo da marca e, ao mesmo tempo, apresentar sua nova geração eletrificada.

Entre os modelos cotados estão:


Lotus Emira First Edition azul claro JAROWAN POWER
  • Lotus Emira: último Lotus a combustão, com motor 2.0 turbo de origem Mercedes-AMG ou V6 3.5 com compressor de origem Toyota, chegando a cerca de 400 cv
  • Lotus Eletre: SUV elétrico de grande porte com até 918 cv e proposta de alto desempenho. São 5,10 m de comprimento, 3,02 m de entre-eixos e 2,02 m de largura. Na China tem opções com motor de 612 ou 931 cv que acelera de 0 a 100 km/h em menos de 3 segundos.
  • Lotus Emeya: sedã elétrico com 612cv que é o grande rival do Porsche Taycan Turbo GT.
  • Lotus Evija: um supercarro elétrico com 2.031cv que terá apenas 130 unidades produzidas. É potência e tecnologia com carroceria de fibra de carbono de estrutura leve e quatro motores elétricos.

A marca também avalia soluções híbridas e até versões com extensor de autonomia, adaptando a estratégia global às condições do mercado brasileiro. No entanto, em um comunicado divulgado na imprensa, nenhum detalhe adicional foi revelado.

Lotus amplia presença do grupo Geely no Brasil

A chegada da Lotus faz parte de um movimento maior do grupo Geely, que vem expandindo sua atuação no Brasil com diferentes marcas e propostas.

Além da própria Geely, o conglomerado já atua ou prepara operações com Volvo, Zeekr, Lynk & Co e Smart. Dentro dessa estrutura, a Lotus assume o papel de marca mais esportiva e exclusiva, voltada a performance e imagem.

Premium e elétrica?

Com a chegada ao país, a Lotus não busca volume, mas sim posicionamento.

Além do Emira, que é um carro de baixa produção com seu motor esportivo que chega a 291km/h, a proposta é competir diretamente com marcas como Porsche no segmento de esportivos e elétricos de alto desempenho, utilizando como diferenciais a tradição nas pistas, o acerto dinâmico e a nova base tecnológica elétrica.

Na prática, a Lotus chega ao Brasil como uma marca de imagem — combinando passado ligado à Fórmula 1 com um portfólio atual dominado por SUVs e sedãs elétricos de alto desempenho.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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