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União Europeia vai investigar marchas chinesas de carros elétricos por preços baixos

Modelos pagam atualmente 10% de taxa de importação mas crescimento rápido preocupa políticos da União Europeia

Autos Carros|Marcos Camargo Jr e Marcos Camargo Jr.

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Chineses estão vindo com força para a Europa e o parlamento europeu quer novas regras
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Não só o Brasil ensaia a uma reação contra a recente invasão de marcas chinesas de carros elétricos. A União Europeia iniciou nesta semana uma investigação aos supostos subsídios dados pelo governo chinês para a produção dos carros elétricos exportados para vários países.

Ursula Von Der Leyen e seu marido no parlamento europeu
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A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou que a Europa está aberta à concorrência mas classificou a entrada de marcas chinesas de carros elétricos de uma "corrida ao fundo do poço".


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Atualmente a Europa cobra 10% de impostos sobre os carros chineses o que tornam os preços finais bem atrativos fazendo com que marcas como Great Wall, BYD, Vin Fast e outras entrem na Europa mudando patamares de preço.

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No primeiro semestre, 350.000 veículos elétricos feitos na China chegaram à Europa. Foi mais do que todo o ano de 2022. Agora os Europeus podem impor novas taxas para frear o que chamam de invasão de modelos elétricos.

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A Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis (ACEA) afirma que esse movimento coloca em risco 13 milhões de pessoas empregadas no setor automobilístico europeu.

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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