Seedance 2.0: A revolução nos vídeos que está deixando Hollywood em alerta
Descubra como a nova ferramenta da ByteDance pode transformar a indústria do entretenimento
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
Pessoal, vocês já sentiram que o futuro está correndo mais rápido do que a gente consegue acompanhar? O assunto do momento no mundo da tecnologia é o Seedance 2.0, novo gerador de vídeos da ByteDance (empresa responsável pelo TikTok).
A ferramenta chamou a atenção de profissionais de Hollywood. Vídeos ultra-realistas do Brad Pitt lutando com o Tom Cruise ou do Will Smith enfrentando monstros viralizaram, e o pessoal do cinema já está preocupado: será que os atores e roteiristas vão ser substituídos por robôs?
O que está rolando nos bastidores?
Grandes estúdios e roteiristas, como o de ‘Deadpool’, alegam que a IA utilizou filmes protegidos por direitos autorais para criar essas cenas. A ByteDance até bloqueou a criação de vídeos com celebridades reais depois da polêmica, mas o debate sobre o que é original e o que é cópia está só começando.
Mão na massa: Eu testei o Seedance 1.5!
Como eu não aguento ficar só na teoria, abri a carteira, coloquei 20 dólares de crédito e fui ver do que essa máquina é capaz. Tentei algo bem específico: criar a abertura de um telejornal para o nosso blog, o “Inteligência Cotidiana”. A versão disponível no Brasil ainda é a Seedance 1.5 e não a 2.0 mais recente e poderosa.
Minha experiência:
- O Processo: Usei uma foto minha de perfil e pedi para ele simular aquela clássica “escalada” de notícias, citando os títulos dos meus últimos posts.
- O Resultado Visual: Fiquei impressionado! Mesmo sendo um vídeo de 12 segundos, a IA manteve minhas características físicas o tempo todo, adicionou um pouco mais de cabelo e até que ficou bom, quem sabe deixo o cabelo crescer. Sabe quando você percebe que é IA, mas ainda assim é chocante de tão parecido? Pois é.
- Os Erros: Nem tudo são flores. A ferramenta ainda apanha para escrever textos (os títulos dos posts saíram meio “embaraçados”) e ela ainda não consegue clonar a minha voz real.
- O Áudio: Ele gerou uma voz artificial. Não era a minha, mas era uma narração bem aceitável e fluida.
O veredito para quem não é “nerd”:
A tecnologia é incrível, mas ainda tem falhas, principalmente na escrita e na personalização total da voz. A evolução rápida dessas ferramentas indica que, em breve, será possível criar vídeos profissionais com facilidade.
Importante: Como diz a matéria do site Futurism, o avanço é gigante, mas o debate sobre ética e direitos autorais vai longe. O avanço tecnológico exige acompanhamento atento, especialmente em relação à ética e aos direitos autorais.














