Quando o tratamento não funciona: o papel do diagnóstico e da família na recuperação
Especialista explica por que algumas pacientes enfrentam dificuldades na melhoria
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
Muitas mulheres, ao procurarem atendimento em consultório para o tratamento de quadros como transtornos de humor, acabam por não apresentar uma melhora rápida ou enfrentam dificuldades persistentes na evolução do quadro.
Nessas situações, torna-se fundamental revisar todo o histórico da paciente e realizar uma reavaliação diagnóstica, uma vez que é comum que cheguem com diagnósticos de longo prazo — como transtorno bipolar ou de personalidade — que podem necessitar de revisão ao longo do acompanhamento com um novo profissional.
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Além dos aspectos biológicos, farmacológicos e de outras modalidades terapêuticas, outro fator determinante nos casos que não evoluem bem é a análise da dinâmica familiar.
Muitas vezes, o sistema familiar pode contribuir, mesmo de maneira involuntária, para a manutenção de gatilhos estressores que cronificam quadros de ansiedade ou depressão, impedindo uma recuperação plena.
Portanto, a abordagem ideal vai além do indivíduo, considerando-o como parte de um contexto familiar que, mediante autorização da paciente, pode e deve ser integrado ao processo de investigação e acompanhamento com profissionais das áreas de psicologia ou psiquiatria.
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