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Joel Rennó Jr

Cuidado com os ‘doutores das redes sociais’: como a internet ameaça a saúde pública

As redes sociais abrem espaço para charlatões que prometem curas milagrosas, inclusive para transtornos mentais

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A internet amplifica a presença de charlatões que oferecem curas milagrosas sem evidências científicas.
  • Médicos experientes enfrentam críticas e desrespeito por parte de indivíduos sem qualificação.
  • A falta de respeito nas redes sociais compromete a valorização de profissionais de saúde qualificados.
  • Apesar dos desafios, muitos profissionais ainda praticam o cuidado com ética e respeito aos pacientes.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A internet, ambiente cheio de conteúdo e possibilidades, também abre espaço para charlatões que prometem curas milagrosas e não cumprem preceitos éticos.

Médicos sérios do meio acadêmico e professores universitários vão a programas de TV e aos seus perfis nas redes sociais, falam com propriedade de assuntos sérios, dão informações isentas e recebem o quê em troca?


São “malhados” na internet por pessoas que, infelizmente, não têm nenhum tipo de experiência clínica, estudo ou qualificação para questionar.

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Em uma democracia, é claro, você questiona o que quiser, mas desde que haja respeito também ao profissional. Interessante que essas mesmas pessoas e grupos não se manifestam quando prometem curas milagrosas e métodos terapêuticos — sem nenhuma evidência científica.


Vivemos uma era de muito desrespeito à saúde com os ‘doutores das redes sociais’ Inteligência Artificial/Gemini

No TikTok e no Instagram, profissionais dão “receitas de bolo” e dicas de como tomar medicamentos, que só devem ser administrados após uma boa avaliação médica. É isso que garante que o remédio seja seguro.

Generalizações sobre quadros clínicos e psiquiátricos, como autismo e TDAH, são muito perigosas e colocam em risco a saúde e a vida das pessoas. A saúde é uma área onde não pode haver reducionismos.


É comum ver nas redes sociais vários questionários simplistas com sintomas que as pessoas acabam se identificando e não procuram um bom atendimento psiquiátrico. “Diagnóstico” obtido por um vídeo na internet não é uma consulta psiquiátrica.

Vivemos uma era de muita selvageria nas redes sociais e muito desrespeito e desqualificação de profissionais que têm um trabalho relevante para com a sociedade. Mas ainda existem aqueles que possuem muito amor, respeito e ética ao tratar os seus pacientes.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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