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Luiz Fara Monteiro

Abelha impede decolagem de avião com 107 pessoas a bordo e provoca atraso de 4h30

Inseto bloqueou um dos tubos responsáveis pela medição da velocidade aerodinâmica da aeronave

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Uma abelha obstruiu um tubo de medição de velocidade de um avião com 107 pessoas a bordo.
  • O incidente ocorreu durante a decolagem em Innsbruck, Áustria.
  • A decolagem foi abortada devido a leituras de velocidade inconsistentes.
  • Os passageiros foram transferidos para outro voo e chegaram a Viena com um atraso de 4h30.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Modelo Embraer da Austrian Airlines: "bee strike" Riik@mctr via Wikimedia Commons

Na aviação, não é raro o registro de colisões entre aeronaves e pássaros nos momentos próximos ao pouso ou decolagem, evento chamado no setor de “bird strike”, ou, colisão com pássaro.

O treinamento dos pilotos faz desse um evento praticamente sem qualquer ameaça à segurança de voo. Mas na Áustria foi registrado um incidente um tanto quanto inusitado: em vez de um pássaro, foi uma abelha que grudou em um dispositivo localizado na fuselagem externa de um avião com 102 passageiros e 5 tripulantes a bordo e impediu a decolagem da aeronave.


O voo OS-106 da Austrian Airlines, operado por um modelo Embraer ERJ-195, registro OE-LWL, corria na pista de Innsbruck, no oeste do país, para decolar com destino à capital, Viena.

De acordo com o Aviation Herald, os pilotos abortaram a decolagem na pista 08 quando a aeronave estava a cerca de 148 km/h (80 nós), por conta de uma discrepância nas leituras de velocidade.


A companhia aérea confirmou que a tripulação observou velocidades não confiáveis ​​e abortou a decolagem. E ratificou que a causa foi a presença de uma abelha obstruindo um dos dois tubos de Pitot da aeronave, responsáveis pela medição da pressão aerodinâmica e, com isso, calcular a velocidade indicada.

Como as informações eram diferentes nas duas sondas de Pitot, os pilotos desaceleraram em segurança e retornaram ao pátio do aeroporto.


Os passageiros foram levados para Viena em um outro voo, operado por um Airbus A321-200, de matrícula OE-LBF, que chegou a Viena com um atraso de aproximadamente 4 horas e 30 minutos.

A pergunta que fica é se a ocorrência pode ser chamada de um “bee strike”, ou, colisão com abelha.


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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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