Após incidente em Guarulhos, pilotos reclamam de falta de frequência direta com bombeiros
Tripulantes de voo que sofreu explosão em motor tiveram que usar a torre como intermediária para verificar condições do avião
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

São alguns segundos que podem fazer toda a diferença: os tripulantes do voo da Delta Air Lines, que enfrentaram uma explosão em um dos motores do Airbus A330-300, na noite deste domingo (29), precisaram do intermédio do controlador da torre de Guarulhos para a verificar a situação da aeronave no momento da emergência.
Em uma situação com fogo no motor, como a registrada ontem, os tripulantes precisam saber rapidamente sobre a extensão das chamas, saber se o fogo se alastrou para áreas sensíveis do avião, para que possam iniciar, por exemplo, uma evacuação de emergência dos passageiros.
Sem uma frequência direta com as viaturas da Brigada de Incêndio, os pilotos faziam as pergunta à torre, que repassavam aos bombeiros, que respondiam à torre, que informavam aos tripulantes. Por sorte, a situação não exigia medidas mais aceleradas. As quase 300 pessoas que estavam a bordo do voo DL104 da Delta, com destino a Atlanta, nos Estados Unidos, deixaram a aeronave com tranquilidade e saíram ilesos da ocorrência.
Em um vídeo postado em redes sociais, o comandante Fernando Pamplona, que foi piloto de linha aérea e é instrutor de voo, afirmou que esta situação de falta de diálogo direto entre o cockpit e os bombeiros, precisa ser repensada. O blog também conversou com pilotos de linha aérea que reforçaram o pedido e reafirmaram que uma comunicação direta evita situações de maior gravidade.
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