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Luiz Fara Monteiro

Show de Shakira faz empresas evitarem RJ para viagens a trabalho

Compra de passagens aéreas corporativas para esta semana caiu 30% em comparação com o mesmo período do ano passado

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Show da Shakira no Rio de Janeiro causa queda de 30% nas passagens aéreas corporativas.
  • Empresas se adaptam e buscam reduzir custos em viagens devido à alta demanda de turistas.
  • Impacto negativo nas viagens é semelhante ao de eventos anteriores, como o show da Lady Gaga em 2025.
  • Uso de tecnologia e dados em tempo real ajuda empresas a reagirem com agilidade para mitigar custos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Shakira no Rio: menos viagens corporativas Divulgação

Depois de Madonna e Lady Gaga, esta é a vez de Shakira impactar o roteiro de viagens de centenas de milhares de viajantes corporativos. Se, por um lado, aumentou a quantidade de passagens vendidas para turistas, o movimento foi inverso para viagens a serviço.

Com o show gratuito da colombiana confirmado para o dia 2 de maio no Rio de Janeiro, a compra de passagens aéreas para viagens corporativas ao destino caiu 30% esta semana, em comparação ao mesmo período do ano passado.


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Enquanto os fãs da artista estão empenhados em chegar ao destino carioca, os viajantes a trabalho com compromissos corporativos na cidade também se planejaram, conforme mostra o levantamento feito pela VOLL, agência de viagens corporativas digital referência na América Latina.

O dado foi coletado a partir de uma base de 850 mil usuários de grandes empresas como Banco Itaú, XP, Localiza, Nubank, CPFL Energia e iFood.


O cofundador e diretor de negócios da VOLL, Luiz Moura, lembra que, em 2025, na semana do show da Lady Gaga, o fato de o feriado do Dia do Trabalhador ter caído em uma quinta-feira já gerou um impacto enorme nas viagens corporativas para a cidade do Rio de Janeiro.

Como este ano o dia primeiro de maio será em uma sexta-feira, a expectativa era que o efeito negativo fosse menor, o que não aconteceu.


“Isso demonstra um nível maior de maturidade das empresas sobre seus custos de viagens, que, no terceiro ano do evento Todo Mundo no Rio, já identificaram o impacto do evento sobre os valores médios de hospedagem e transporte aéreo, por exemplo. Além de outros fatores relevantes, como a escalada da guerra no Oriente Médio, que tem gerado impactos relevantes na economia global, especialmente sobre o custo do petróleo e, consequentemente, das passagens aéreas. No Brasil, esse cenário se soma a um ano já desafiador, marcado por um calendário atípico, com maior concentração de feriados em dias de semana, que habitualmente já aumentam em 20% o preço das passagens, além de eventos de grande porte, como a Copa do Mundo FIFA e as eleições, que ampliam a pressão sobre a demanda por viagens”, explica o especialista, que é também conselheiro de turismo da FecomercioSP.

Luiz complementa que, nesse contexto, “nota-se o reforço do compromisso das empresas brasileiras com eficiência, algo que fazemos ativamente para nossos clientes, por aqui na VOLL. Com uma oferta de tecnologia mais robusta, as grandes corporações conseguem direcionar seus investimentos em viagens de forma mais inteligente e consciente. Empresas que ainda baseiam suas decisões em processos manuais, como planilhas e trocas de e-mails, tendem a sofrer impactos mais intensos, enquanto aquelas que operam com soluções tecnológicas, como as fornecidas via inteligência artificial, e acesso a dados em tempo real conseguem reagir com mais agilidade, ajustando rotas, fornecedores e políticas para mitigar custos e preservar eficiência”, conclui.


Hoje, os mais de 850 mil usuários do app VOLL são atendidos 24/7, via canais diversos e em três idiomas (português, inglês e espanhol), por uma equipe especializada distribuída por todo o território nacional.

A empresa do setor de viagens corporativas teve faturamento acima de R$ 1,5 bilhão em 2025 e, em novembro passado, recebeu um investimento histórico no valor de R$ 700 milhões, do fundo de private equity global Warburg Pincus (EUA).

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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