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Luiz Fara Monteiro

Tomé Franca diz que gestão de aeroportos regionais por concessionárias com contratos com a União favorece conectividade

Secretário executivo do Ministério de Portos e Aeroportos participou de evento que reuniu representantes do poder público e setor privado para discutir fortalecimento do setor

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Tomé Franca: mais 15 aeroportos colocados em oferta pública Vosmar Rosa/MPor

O secretário executivo do Ministério de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, participou, nesta sexta-feira (27), do Fórum Infraestrutura – Uma Agenda para o Futuro, promovido pela revista Veja em São Paulo (SP). O evento foi a oportunidade de reunir setor público, iniciativa privada e imprensa para uma série de painéis que trataram dos avanços e desafios nacionais em áreas do setor logístico.

Durante o evento, Tomé Franca apresentou o painel “As perspectivas dos investimentos em portos e aeroportos” e abordou temas como a política de concessões adotada pela pasta, os investimentos realizados nos últimos anos e a necessidade de dotar áreas estratégicas do setor logístico de uma infraestrutura que esteja conectada à necessidade de integração entre modais.


“O nosso foco é tornar portos, aeroportos e hidrovias cada vez mais eficientes e estruturados para promover uma integração com rodovias e ferrovias, ajudando a reduzir o custo Brasil, conectando o país e tornando nossos transportes mais eficientes”, afirmou o secretário após apresentar os resultados alcançados nos últimos três anos pelo MPor. “Aumentamos o volume de investimentos de forma robusta, atraindo o capital privado ao garantir um ambiente de previsibilidade e segurança jurídica que é necessário para investidores interessados em contribuir com o desenvolvimento nacional, e nesse contexto o Tribunal de Contas da União tem um trabalho fundamental”, cravou.

O secretário assinalou que a criação da Secretaria Nacional de Hidrovias em 2024 ratificou a priorização dada pelo Governo Federal ao setor, fundamental para o transporte de cargas e passageiros em regiões como o Norte e o Centro-Oeste do Brasil. “Temos um potencial hidroviário considerável que está sendo estruturado também para dialogar com rodovias, ferrovias, portos e aeroportos. A navegação marítima e de interior terá papel importante na integração entre estes modais”, declarou.


A implantação do programa AmpliAR, que possibilita a gestão de aeroportos regionais por concessionárias que já possuem contratos vigentes com a União, foi apontada pelo secretário como ação inovadora que favorece a conectividade e reforça a soberania nacional. “Na primeira etapa do programa, 13 aeroportos estratégicos foram arrematados, garantindo mais de R$ 700 milhões em investimentos que se traduzem em mais renda, emprego, conectividade e melhoria do serviço prestado à população. Até o final do ano teremos a segunda etapa com mais 15 aeroportos colocados em oferta pública”, assinalou.

No setor portuário, o secretário lembrou que está prevista a realização de leilões de portos como os de Porto Alegre (RS), Itajaí (SC), Fortaleza (CE), Itaqui (MA) e Salvador (BA). No primeiro trimestre deste ano, já foram realizados três leilões e outros 15 estão previstos até o final de 2026, que garantirão mais de R$ 10 bilhões em investimentos. “No MPor, atuamos com foco no fortalecimento da estrutura portuária de norte a sul, cientes da importância do papel do Brasil no futuro do comércio internacional para consolidar o nosso país como o principal hub logístico do hemisfério sul”, cravou.


O fórum debateu ainda as demandas do setor privado, a visão do agronegócio, financiamento de projetos, o papel dos governadores e do TCU no setor de infraestrutura. Também participaram do evento o governador do Ceará, Elmano de Freitas; de São Paulo, Tarcísio de Freitas; e o ministro do Tribunal de Contas da União, Bruno Dantas.


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