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Produção de vegetais congelados reduz perdas e melhora uso de recursos

Relatório aponta evolução em economia circular, eficiência hídrica e impacto social

Mundo Agro|Fabi GennariniOpens in new window

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Empresa supera 96% de reaproveitamento de resíduos e reduz emissões em 6,58% em 2025 Foto cedida: Grano Alimentos

A produção de alimentos congelados vem passando por uma mudança gradual, em que eficiência industrial e sustentabilidade começam a caminhar juntas no mesmo ritmo da produção.

Em 2025, a Grano Alimentos teve reaproveitamento de mais de 96% dos resíduos gerados em sua operação e a redução de 6,58% nas emissões de gases de efeito estufa em 2025. A empresa também utilizou embalagens 100% recicláveis e ampliou ações de logística reversa e economia circular.


“A sustentabilidade já não ocupa um lugar periférico nas decisões do negócio; ela passou a orientar a forma como a empresa cresce e opera. Quando olhamos para eficiência, falamos de uma agenda ampla: uso mais inteligente de recursos naturais, disciplina na gestão de custos, decisões mais criteriosas de investimento e processos produtivos mais consistentes. É isso que garante escala e continuidade às iniciativas sustentáveis e norteou nossas prioridades ao longo de 2025”, afirmou Michele Lopes, diretora de Sustentabilidade da Grano Alimentos.

No uso de recursos naturais, a estação de tratamento de efluentes operou com eficiência superior a 90% e taxa de remoção de carga orgânica acima de 99%, garantindo padrões ambientais antes do descarte.


No campo, mais de 100 produtores integram a cadeia produtiva, com suporte técnico e programas de capacitação. Em 2025, foram destinados R$ 24,3 milhões à agricultura familiar, dentro de um programa que prevê cerca de R$ 40 milhões em investimentos entre 2024 e 2026.

Michele Lopes, diretora de Sustentabilidade da Grano Alimentos Foto cedida: Grano Alimentos

As ações sociais também avançaram, com impacto em mais de 52 mil pessoas e doações que somam 13,5 toneladas de vegetais congelados, distribuídas a hospitais, cozinhas solidárias e instituições sociais.


No conjunto, os números mostram uma cadeia que tenta integrar produção, campo e impacto social dentro de uma mesma lógica de sustentabilidade.

“Acreditamos que nosso papel vai além da produção de alimentos. Investir em iniciativas como o Mulheres do Agro e no fortalecimento do programa Cultivando Parcerias é uma forma de apoiar o desenvolvimento das pessoas que fazem parte da nossa cadeia. Quando promovemos capacitação, inclusão e troca de conhecimento, fortalecemos não só o campo, mas toda a comunidade ao nosso redor”, disse Michele.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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