Suinocultura busca estabilidade produtiva com novas tecnologias
Controle do ciclo reprodutivo melhora bem-estar e desempenho dos lotes

Em um ambiente cada vez mais pressionado por custos, exigências sanitárias e padrões de mercado, o foco do produtor deixou de ser apenas produtividade máxima e passou a incluir um novo objetivo: previsibilidade.
Controlar variáveis dentro da granja tornou-se tão relevante quanto lidar com fatores externos, como clima e preço das commodities. E, nesse contexto, o comportamento das fêmeas suínas durante o período de cio começa a ser tratado como um fator de impacto direto no resultado econômico da atividade.
“A manifestação do estro provoca alterações comportamentais indesejáveis e interfere na rotina de manejo dentro das granjas. Tecnologias que auxiliam na supressão temporária desse ciclo reprodutivo contribuem para maior estabilidade dos lotes, favorecem o desempenho produtivo, bem-estar e a organização das atividades na propriedade”, explica Dalvan Veit, Gerente de Serviços Técnicos de Suínos da Zoetis Brasil.
A Zoetis aposta em tecnologias baseadas em imunocastração, originalmente difundidas para machos, mas agora aplicadas também em fêmeas. O mecanismo atua no bloqueio do GnRF, interrompendo temporariamente o ciclo reprodutivo e reduzindo os efeitos comportamentais do estro.
“A Vivax representa uma solução pioneira e consolidada da Zoetis para a melhoria da qualidade da carne de machos inteiros e controle do estro em fêmeas suínas destinadas ao abate. Registrada em mais de 70 países e utilizada em dezenas de países nos cinco continentes, a vacina já foi aplicada em mais de 225 milhões de animais abatidos no Brasil, o que comprova sua segurança e eficácia. Essa ampla adoção reforça nosso compromisso com nossos clientes, de oferecer tecnologias que trazem benefícios reais para o manejo, o bem-estar animal e a produtividade nas granjas, garantindo a qualidade de seu produto e da sua marca”, finalizou Dalvan.
Além do impacto no bem-estar animal, há reflexos diretos no desempenho. Dados apontam aumento no consumo alimentar após a aplicação da tecnologia, permitindo maior ganho de peso sem prejuízo na conversão — um dos indicadores mais sensíveis da atividade.
Mais do que uma inovação pontual, o movimento reflete a evolução da suinocultura para um modelo mais técnico, previsível e orientado por gestão. Em um setor onde margens são cada vez mais estreitas, reduzir variabilidade pode ser tão valioso quanto ampliar a produção.
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