Muito além do pão: padaria transforma o ato de comer em uma experiência completa
Entre técnica francesa, inovação e memória afetiva, uma padaria traz novas experiências

O agro não se limita à porteira: ele chega à mesa, ao café e às experiências que unem tradição, técnica e inovação.
Durante o evento ‘Vinhos da França: Tendências e Oportunidades’, promovido pela Business France, conheci Cristiane Boley, gerente da La Boulange. Com base na tradição francesa e na utilização de insumos de alta qualidade, a padaria conta com três unidades em São Paulo e já planeja sua expansão.

Mundo Agro: Como surgiu a La Boulange?
Cristiane Boley: A padaria nasceu há sete anos. Começamos com uma portinha. Hoje temos três unidades na zona sul de São Paulo e estamos indo para a quarta ainda este ano. Sempre mantendo a mesma qualidade, a padaria utiliza farinha, manteiga, chocolate de qualidade e técnicas francesas.
Mundo Agro: Há quanto tempo você atua nesse projeto?
Cristiane Boley: Estou há oito anos, desde o início do projeto da padaria. Meu marido foi o responsável por trazer essa ideia para o Brasil. No começo, eu participaria só do desenvolvimento, mas acabei ficando. É muito bom trabalhar com algo que a gente ama.
Mundo Agro: A padaria hoje vai além do pão. Como vocês estão trabalhando essa experiência nas unidades?
Cristiane Boley: Expandimos uma das unidades na Vila Mariana, criando um espaço para sentar e tomar café. Também incorporamos itens que antes não oferecíamos, como produtos de panificação para consumo no local e vinhos em taça. Em breve, teremos brunch — uma experiência completa para os clientes.
Mundo Agro: Quais produtos vocês trouxeram para apresentar no evento?
Cristiane Boley: Trouxemos um pão com caramelo, mas o caramel beurre salé não é uma receita nossa. Também temos as baguetes de tradição francesa, as clássicas, e o pão rústico, pain de campagne, com casca mais fina e miolo mais denso.
Mundo Agro: Eu acho esse pão aqui é espetacular. Poderia falar um pouco sobre ele?
Cristiane Boley: É uma massa de pão de baguete tradicional, mas foi misturada com grãos, raspas de laranja e chocolate branco. Foi uma invenção de um padeiro francês. Ele criou aqui no Brasil, e a gente não imaginava que ficaria tão saboroso, úmido e surpreendentemente equilibrado.
Mundo Agro: Para fechar: o que o pão representa para você?
Cristiane Boley: Família. O pão carrega memória, tradição e conexão. Meu filho mais velho hoje é padeiro, aprendeu com a gente. Então, é família, é união.
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