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Investigação da corregedoria e apreensão de celular: novos passos no sumiço de família

Filha de 48 anos e pais estão desaparecidos há 15 dias, em Cachoeirinha, região metropolitana de Porto Alegre (RS)

Na Veia|Grace AbdouOpens in new window

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Filha e os pais que estão desaparecidos em Cachoeirinha (RS) Reprodução/PCRS

Um celular encontrado e a entrada na investigação da Corregedoria-Geral da Brigada Militar são as novas pistas no caso do desaparecimento de três pessoas da mesma família, em Cachoeirinha, na região metropolitana de Porto Alegre (RS) há 15 dias.

Silvana Germann de Aguiar, de 48 anos, e os pais dela, Isail Vieira de Aguiar, de 69 anos, e Dalmira Germann de Aguiar, de 70, está desaparecidos desde 25 de janeiro.


O ex- marido de Silvana, soldado da brigada, é investigado pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul e pela Corregedoria-Geral da Brigada Militar. A entrada da corregedoria pode indicar um possível envolvimento do policial no caso.

A polícia suspeita que os três possam ter sido vítimas de um crime. O delegado Anderson Spier, que lidera as investigações no Rio Grande do Sul, informou que um celular que pode ser da Silvana foi encontrado enrolado em um pano, após uma denúncia anônima. O objeto vai passar por perícia.


Uma perícia foi realizada na casa da filha e dos pais.

Materiais foram coletados para exames genéticos e papiloscópicos com o objetivo de definir uma linha mais clara para a investigação.


Até agora, cerca de 20 pessoas já prestaram depoimento à polícia. Entre elas está o ex-marido da filha do casal, ouvido inicialmente como testemunha devido à falta de provas concretas contra ele até o momento.

A situação começou quando Silvana de Aguiar publicou nas redes sociais que havia sofrido um acidente automobilístico. No entanto, as autoridades confirmaram que o acidente nunca ocorreu e desde então não há notícias dela ou dos pais.


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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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