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7 de Setembro: Aliados de Flávio Bolsonaro deixam estados para ato em SP com foco no STF

Mobilizações locais perderam força para ações em São Paulo depois de estourar crise no STF

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Aliados de Flávio Bolsonaro deixaram seus estados para participar do ato de 7 de Setembro na Avenida Paulista.
  • O plano inicial era dividir as agendas entre eventos estaduais e o ato em São Paulo.
  • Houve uma mudança de estratégia, centralizando a mobilização em São Paulo.
  • O tom do evento incluiu críticas ao ministro Alexandre de Moraes.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Flávio Bolsonaro, durante convenção do Republicanos, em São Paulo Marina Uezima/Agência O Dia/Estadão Conteúdo - 01.08.2026

Aliados do senador Flávio Bolsonaro (PL) optaram por deixar seus estados para acompanhar o candidato no ato de 7 de Setembro na Avenida Paulista, em São Paulo.

O evento virou o foco da campanha depois da divulgação de mensagens entre o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), e o banqueiro Daniel Vorcaro.


Bolsonaristas querem dobrar a aposta nas críticas ao ministro e chegaram a chamar o ato de “fora, Moraes”. A mobilização acabou mudando a ideia inicial de investir em vários atos nos estados.

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Flávio chegou a gravar vídeos chamando para os atos em outras capitais, mas a campanha optou por concentrar a divulgação em São Paulo, e os pedidos para que eleitores compareçam ao ato se tornaram a principal pauta de grupos de direita mobilizados pelo PL.


Alguns políticos ainda preveem uma “dobradinha” de agenda, com ações locais pela manhã e viagem para acompanhar o senador durante a tarde. Ainda assim, optam focar na divulgação em São Paulo.

Moraes e o peso na campanha

O entorno de Flávio considera que o caso envolvendo Moraes beneficia a campanha do senador, por reforçar o discurso de perseguição e a postura mais radical adotada pelo filho de Bolsonaro.


Do outro lado, aliados de Lula também temem que a situação de Flávio pese e tenha um efeito “antissistema”. A avaliação petista é de que há risco de uma reação favorável à mudança, motivada pela insatisfação dos eleitores com as instituições.

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