Derrota de Messias expõe divergências no governo sobre influência de Moraes
Indicado de Lula ao STF foi derrotado por 42 votos contrários, articulados pelo presidente do Congresso, Davi Alcolumbre
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A derrota do advogado-geral da União, Jorge Messias, na votação do Senado para uma vaga no STF evidenciou divergências internas no governo Lula sobre o papel do ministro Alexandre de Moraes no resultado.
De acordo com auxiliares do presidente ouvidos pelo R7 Planalto, uma ala avalia que Moraes teria atuado nos bastidores para influenciar a rejeição do nome de Messias.
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Outro grupo, porém, minimiza essa hipótese e aponta falta de influência do magistrado sobre o Congresso como fator determinante para o desfecho.
Entre os que defendem a existência de articulação, a proximidade de Moraes com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, é citada como um possível elemento de peso nas negociações. Já integrantes da outra corrente consideram que a derrota reflete, sobretudo, dificuldades de articulação política do governo no Legislativo.
Auxiliares também mencionam possíveis movimentações políticas envolvendo o ministro Flávio Dino e a senadora Ana Paula Lobato, mas não há consenso interno sobre a influência desses fatores no resultado da votação.














