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Do STF ao governo: senador apresenta código de conduta para agentes públicos

Líder do MDB citou Caso Master ao propor PEC; texto prevê demissão ou cassação do cargo em situações de corrupção ou favorecimento

R7 Planalto|Amanda Almeida, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Senador Eduardo Braga propõe uma PEC para criar um código de conduta para agentes públicos.
  • A proposta visa melhorar a conduta na administração pública, abrangendo desde vereadores até ministros do STF.
  • O código estabelece proibições como uso de informações públicas para benefício próprio e limitações em relação a presentes e contratos.
  • Braga cita escândalos como o do Banco Master para justificar a necessidade de regras mais rígidas de transparência e responsabilidade.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Eduardo Braga propôs criação de regras para agentes públicos Geraldo Magela/Agência Senado - 20.05.2026

O líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (AM), apresentou uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) para criar um código de conduta a agentes públicos. O texto estabelece uma série de regras a serem seguidas por servidores e políticos, alcançando de vereadores a ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).

A peça foi protocolada nesta quarta-feira (20) e é voltada a restringir situações de mau comportamento e melhorar a conduta dentro da administração pública. Como justificativa, Braga citou o escândalo do Banco Master e desvios de emendas parlamentares.

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O texto lista uma série de proibições, como uso de informações públicas em benefício próprio e a restrição para recebimento de presentes ou contratos com empresas ou pessoas que possam ter alguma relação com o trabalho.

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A mudança ainda prevê novas regras, como registros de transparência e declaração pública no caso de recebimento de valores.

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“São fraudes em licitações, venda de sentenças judiciais, superfaturamento de obras, uso indevido de emendas parlamentares, lavagem de dinheiro, desvio de recursos públicos. Impõe-se que esse quadro seja estudado pelo Congresso Nacional”, aponta Braga na justificativa.

O texto ainda terá um longo caminho de debates e votação no Senado e depende, também, de aprovação na Câmara.

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