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Correios atingiram 27% da meta do Programa de Demissão Voluntária até o momento

Plano de recuperação da empresa pública federal é demitir 10 mil funcionários até o fim do ano e gerar economia de R$ 1,4 bi em 2027

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Plano de Demissão Voluntária (PDV) dos Correios alcançou apenas 27% da meta de demitir 10 mil funcionários.
  • Até agora, 2.767 empregados aderiram ao programa, gerando uma economia estimada de R$ 468,6 milhões por ano.
  • Os Correios também arrecadaram R$ 52,3 milhões através da venda de imóveis e ativos.
  • No primeiro trimestre do ano, a empresa registrou um prejuízo de R$ 3,1 bilhões.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Em 2027, Correios quer atingir 5.000 funcionários com PDV Elza Fiúza/Agência Brasil - Arquivo

O Plano de Demissão Voluntária (PDV) dos Correios atingiu 27% da meta até o momento, segundo dados obtidos pelo R7 Planalto. Ao todo, a empresa pública federal quer demitir 10 mil funcionários, focando principalmente nos lotados em unidades que serão extintas. O documento que a reportagem teve acesso explica que a meta da economia é de R$ 1,4 bilhão a partir de 2027.

Até o momento, 2.767 empregados aderiram ao programa. O impacto, considerando o desembolso do incentivo financeiro e das verbas rescisórias foi de R$ 233,8 milhões, mas “a economia recorrente estimada é de R$ 468,6 milhões/ano, o que representa 33,47% sobre a meta financeira de R$ 1,4 bilhão projetada para 2027”.


A meta de 2027 é atingir outros 5 mil empregados. As medidas fazem parte do Plano de Reestruturação da empresa, com 267 unidades integrando o processo de otimização da rede de operações.

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O Correios também tenta aumentar a arrecadação vendendo imóveis e ativos. Até o momento, o valor arrecadado chega a R$ 52,3 milhões. O montante vem de:


  • Alienação de 24 imóveis, sendo 21 por meio de licitações, no valor de R$ 22.577.047,47 e 3 imóveis por venda direta no valor de R$ 1.154.937,16. Os valores encontram-se em fase de quitação, conforme prazos e condições de pagamento;
  • Arrecadação de valores remanescentes de imóveis vendidos em 2025, com recebimento em 2026, sendo 1 imóvel por licitação, no valor total arrecadado de R$ 26.384.000,00 e 1 imóvel por venda direta no total de R$ 3.000.000,00;
  • Outros 45 imóveis estão com processo de alimentação autorizado e licitação prevista, com valor mínimo estimado em R$ 500 milhões, além de 1 imóveis em processo de análise para instrução da alienação, com valor mínimo estimado em R$ 415 milhões.

Vale lembrar que no primeiro trimestre do ano, a empresa registrou prejuízo de R$ 3,1 bilhões.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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