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Em meio à Copa, ministério estuda plataforma de combate à manipulação de resultados

Ministério do Esporte pediu adesão à Convenção de Macolin e precisa de mecanismo de análise de dados; entenda

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Ministério do Esporte está desenvolvendo uma plataforma nacional para combater a manipulação de resultados esportivos.
  • Essa plataforma é necessária para o Brasil aderir à Convenção de Macolin, principal tratado internacional sobre manipulação de competições esportivas.
  • A plataforma permitirá cruzar dados de mercado instantaneamente, ajudando a identificar flutuações atípicas e prevenir fraudes.
  • Uma Sala de Situação está sendo implementada para monitorar apostas em tempo real, visando proteger a integridade das competições esportivas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Brasil quer entrar em Convenção internacional contra manipulação em jogos esportivos Vitor Silva/CBF - 12.10.2023

O Ministério do Esporte está construindo uma plataforma nacional de combate à manipulação de resultados. A medida é um requisito para a entrada do Brasil na Convenção de Macolin (Convenção do Conselho da Europa sobre a Manipulação de Competições Esportivas), o principal tratado internacional sobre o tema.

A pasta entrou com pedido de adesão ainda no ano passado e recebeu aceito formal do Comitê da Convenção. “O Brasil consolida-se como a única nação da América do Sul a possuir esse reconhecimento formal, o que evidencia o compromisso do Estado brasileiro com a adoção dos mais elevados padrões internacionais de integridade esportiva”, diz nota recebida pela reportagem.


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Ao R7 Planalto, a pasta explicou que a plataforma “permitirá cruzar dados de mercado de forma instantânea e autônoma, fortalecendo a identificação de flutuações atípicas e a prevenção de fraudes”.

“Complementarmente, encontra-se em fase de implementação uma Sala de Situação destinada ao monitoramento contínuo e em tempo real do mercado de apostas, com o objetivo de ampliar a capacidade de detecção de padrões suspeitos, subsidiar a atuação dos órgãos competentes e fortalecer as medidas de proteção à integridade das competições esportivas”, disse.


O Ministério defende que a medida é fundamental porque além dos danos financeiros causados pelas fraudes, isso marca os patrocinadores privados de grande porte que evitam se associar as modalidades, atletas ou clubes sob suspeição de fraude, “gerando potenciais quebras de contratos de patrocínio e desvalorização dos direitos de transmissão, o que prejudica severamente a sustentabilidade de todo o ecossistema esportivo”.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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