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Há um ano... Bolsonaro citava Trump em último post nas redes antes de proibição de Moraes

Ex-presidente compartilhou carta de republicano ligada à condenação antes de proibição de Moraes; texto citava tarifas

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Jair Bolsonaro fez seu último post nas redes sociais há um ano, antes de ser proibido por Alexandre de Moraes, do STF.
  • O post compartilhava uma carta de Donald Trump, alegando um sistema injusto contra Bolsonaro e mencionando tarifas.
  • Bolsonaro enfrenta questionamentos por uma carta de apoio ao filho Flávio, que foi divulgada nas redes sociais.
  • Os EUA anunciaram um novo tarifaço, impondo uma taxa adicional de 25% sobre produtos brasileiros.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Jair Bolsonaro fez seu último post nas redes sociais há um ano, antes de ser proibido por Moraes Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil - 14.09.2025

Há um ano, o ex-presidente Jair Bolsonaro fazia o último post antes da restrição para publicar nas redes sociais, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).

O conteúdo, compartilhado também em um 17 de julho, contava com dois elementos que se repetem 365 dias depois: uma carta e Donald Trump.


Em 2025, o vídeo nas redes falava sobre contato feito por Trump a Bolsonaro. O texto alegava que há um sistema injusto contra o ex-presidente. Bolsonaro cita “desaprovação” de Trump, respondida por medida tarifária.

Um ano depois, proibido de usar redes, Bolsonaro é alvo de questionamentos por ter escrito uma carta que diz apoiar o filho Flávio Bolsonaro nas eleições. A defesa do ex-presidente diz que o comunicado escrito à mão e que diz “carta aos brasileiros” não foi feito para ser divulgado. Ainda assim, foi compartilhado por Flávio nas redes.


O período também coincide com um novo tarifaço anunciado pelos Estados Unidos. O país vai implementar uma taxa adicional de 25% a uma série de produtos brasileiros. O governo prevê seguir com negociações, mas também avalia responder ao país com reciprocidade.

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