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Na ONU, Lula vai deixar de lado crise do STF

Segundo fontes do Planalto, a estratégia é tratar a disputa do STF como questão interna a ser resolvida no Brasil

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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Governo acredita que menção à crise pode abrir margem para intromissoes estrageiras Ricardo Stuckert/PR - 22.09.2025

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve evitar abordar a crise do STF (Supremo Tribunal Federal) em seu discurso na Assembleia-Geral da ONU. A avaliação no Palácio do Planalto é que a disputa envolvendo a Corte é uma questão interna e deve ser resolvida pelas instituições brasileiras.

A estratégia também busca evitar que uma eventual menção ao tema abra margem para intromissões estrangeiras.


Caso decida citar a crise, Lula deve se limitar a defender a soberania brasileira e a independência das instituições.

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O cenário, contudo, pode mudar caso sejam concretizadas as ameaças de aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes. Nesse caso, Lula poderá optar por uma defesa mais direta do Judiciário.


No ano passado, a aplicação da Lei Magnitsky ocorreu na véspera da Assembleia-Geral da ONU.

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