O novo capítulo de Jorge Messias ao STF e a decisão que depende de Alcolumbre
Nova aposta de Lula pode ter resultado diferente no plenário, se Alcolumbre quiser
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A promessa do presidente Lula em reenviar o nome do advogado-geral Jorge Messias para o STF (Supremo Tribunal Federal) abre um novo capítulo na história entre o governo e o Senado. Nas palavras de parlamentares, um novo resultado depende de apenas um fator: Davi Alcolumbre.
Apontado como quem garantiu a derrota histórica de Messias há um mês, o presidente do Senado é apontado por líderes no Senado para direcionar a segunda resposta que será dada a Messias.
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A disposição do amapaense começa com o próprio ritmo de calendário: para pautar a votação ainda em 2026, Alcolumbre precisaria mudar o regimento da Casa que, atualmente, proíbe uma reavaliação no mesmo ano legislativo.
Na sequência, estaria o encaixar o nome do advogado-geral da União entre a série de pautas estacionadas no Senado, como a PEC da Segurança, a que propõe a redução da jornada de trabalho 6x1, minerais críticos e até as regras para jogos da Copa de Futebol Feminino de 2027, que ocorrerá no Brasil.
Alcolumbre ainda não indicou a aliados qual caminho vai seguir. No Senado, o termômetro ligado a Messias oscila entre a crença de que há espaço para negociação com o governo e o risco de que o nome de Messias pode ser novamente derrotado, e ainda com um placar maior.
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