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O outro ex-presidente preso convidado por Nunes Marques para posse como presidente do TSE

Collor e Bolsonaro cumprem pena em regime de prisão domiciliar com monitoramento eletrônico

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Kassio Nunes Marques assume a presidência do TSE e convida ex-presidentes presos.
  • Jair Bolsonaro e Fernando Collor de Mello não devem comparecer devido à prisão domiciliar.
  • Ambos dependem de autorização do ministro Alexandre de Moraes para deixar a prisão.
  • Collor e Bolsonaro alegam problemas de saúde para o cumprimento da pena em casa.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ambos cumprem pena em regime de prisão domiciliar com monitoramento eletrônico Montagem/ Wilton Junior/Agência Estado/ Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil - Arquivo

O ministro Kassio Nunes Marques, que assume a Presidência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta terça-feira (12), também convidou para o evento o ex-presidente da República Fernando Collor de Mello.

As presenças dele e de Jair Bolsonaro são improváveis. Ambos cumprem pena em regime de prisão domiciliar com monitoramento eletrônico e dependeriam de autorização expressa do ministro Alexandre de Moraes para comparecer ao evento.


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Interlocutores do STF (Supremo Tribunal Federal) avaliam que, além da inviabilidade logística e do curto prazo para a análise dos pedidos, é provável que o magistrado negasse as solicitações.

Seguindo a tradição de convocar atuais e antigos mandatários, o convite para a cerimônia é considerado um ato de protocolo.


Também estão entre os convidados o atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, e os ex-presidentes Jair Bolsonaro, Dilma Rousseff e José Sarney.

Casos

Os dois estão em prisão domiciliar com o uso de tornozeleira eletrônica. Para o benefício, os dois alegaram problemas de saúde.


Collor foi condenado pelo STF em 2023 a oito anos e dez meses de reclusão em regime inicial fechado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, por envolvimento em um esquema de corrupção na BR Distribuidora.

Em 2025, Moraes autorizou o ex-presidente a cumprir pena em prisão domiciliar ao entender a defesa comprovou que ele sofre de doenças graves.


Já Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. Em março, Moraes autorizou pena em prisão domiciliar por 90 dias para a recuperação de uma broncopneumonia.

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