O que dizem auxiliares de Lula sobre relação entre Brasil e EUA
Tensões no campo diplomático crescem à medida que grupos fazem pressão para que Trump classifique PCC e CV como terroristas
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Uma ala do governo Lula avalia que não há, neste momento, uma crise diplomática institucional entre o Brasil e os Estados Unidos, apesar de episódios recentes terem tensionado a relação bilateral, a exemplo da expulsão do delegado da PF de Washington.
Segundo um interlocutor do Palácio do Planalto, os ruídos decorrem mais de articulações políticas de “grupos ligados à extrema-direita brasileira” do que de um conflito formal entre os dois países.
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A leitura é que setores alinhados ao presidente Donald Trump, especialmente aqueles identificados com o movimento conservador conhecido como MAGA (“Make America Great Again”), estariam atuando em sintonia com grupos políticos brasileiros para testar narrativas e medir reações, tanto no campo doméstico quanto internacional.
A avaliação no Planalto é que essas movimentações não refletem necessariamente uma posição oficial do governo norte-americano como um todo, mas sim de grupos específicos com interesses ideológicos convergentes.
Ainda assim, o episódio é acompanhado com cautela por diplomatas brasileiros, que buscam evitar a escalada de tensões formais.
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