O que levou Rogério Marinho a não assinar o último pedido de impeachment contra Moraes
Coordenador de campanha de Flávio Bolsonaro relatou falta de manifestação para evitar questionamentos de ‘contaminação’ eleitoral
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O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), tem contado a aliados que optou por não assinar o último pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), para evitar uma possível contaminação eleitoral caso o processo avance no Congresso.
Os relatos do senador têm sido para que a autoria do pedido não se relacione futuramente a um interesse político e eleitoral. A ideia pregada é evitar o nome do coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) na peça contra o ministro do STF.
A previsão era de que Flávio, também senador, ficasse de fora das assinaturas, mas o candidato foi na contramão das previsões e endossou uma peça apresentada por Damares Alves (Republicanos-DF).
O Senado conta com 55 pedidos de impeachment contra o ministro. O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) apresentou mais um nesta sexta (4), que ainda não entrou no sistema do STF.
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