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Os motivos que levaram cidades brasileiras a declarar emergência pública na última década

Ranking feito pelo R7 Planalto revela as emergências climáticas e sanitárias que mais atingiram gestões locais na última década

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Estiagem, doenças infecciosas virais e secas foram os principais motivos de emergências públicas no Brasil na última década.
  • Minas Gerais, Bahia e Rio Grande do Sul foram os estados mais afetados por emergências climáticas.
  • O governo federal investiu R$ 13,9 bilhões em ações para apoiar gestores locais entre 2016 e 2022.
  • Estiagem se refere à redução de chuvas, enquanto seca é a ausência prolongada de chuvas com impactos ecológicos e econômicos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Estiagem, doenças infecciosas e secas foram os principais motivos de emergências desde 2016 Marcelo Camargo/Agência Brasil - arquivo

Estiagem, doenças infecciosas virais e secas foram os três principais motivos de cidades brasileiras declararem situação de emergência ou calamidade pública na última década. De acordo com dados levantados pelo R7 Planalto com base na Lei de Acesso à Informação, os três motivos foram responsáveis por 79% dos casos reconhecidos pelo governo federal.

Conforme revelou a coluna, os estados que mais sofrem com as emergências climáticas no Brasil são Minas Gerais (7.556), Bahia (4.646) e Rio Grande do Sul (4.376). As situações de emergências demandaram um investimento de R$ 13,9 bilhões do governo federal em ações para tentar ajudar os gestores locais entre 2016 e o ano passado.


Estiagem e seca são principais motivos de emergência, segundo governo federal Luce Costa/Arte R7

Veja ranking dos 10 principais motivos que levaram estados a declarar situação de emergência ou calamidade:

  • Estiagem - 14.345;
  • Doenças infecciosas virais - 13.874;
  • Seca - 5.618;
  • Chuvas intensas - 4.828;
  • Inundações - 847;
  • Enxurradas - 837;
  • Vendaval - 703;
  • Granizo - 444;
  • Incêndio florestal em áreas de proteção ambiental - 322;
  • Incêndio florestal em regiões não protegidas - 298; e
  • Alagamentos - 197.

Qual a diferença entre seca e estiagem?

As estiagens ocorrem quando há ausência ou redução de chuvas previstas para uma determinada temporada. Também pode ser considerado estiagem o atraso da chegada da chuva ou a queda no volume total previsto. Basicamente, a estiagem está relacionada com a redução no volume das reservas hídricas da superfície e do subsolo, afetando rios e produtividade agropecuária.


A seca, por sua vez, é a ausência prolongada de chuvas e escassez acentuada ou fraca distribuição. Corresponde a um período extenso que provoca desequilíbrio hidrológico. Para ser considerada seca, é necessário que o fenômeno tenha consequências ecológicas, econômicas, sociais e culturais.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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