Planalto tenta acalmar empresários e sinaliza cautela com Lei da Reciprocidade
Interlocutores do Palácio do Planalto avaliam que acionar dispositivo é importante, inclusive para facilitar negociações com os EUA
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
Interlocutores do Palácio do Planalto tentaram acalmar empresários nesta sexta-feira (24) sobre um possível uso da Lei da Reciprocidade. Segundo o governo, a promessa de acionar a medida, como anunciado em nota oficial da Secom (Secretaria de Comunicação da Presidência da República), não significa aplicá-la imediatamente antes do debate com empresários e avaliações de risco.
Para essas fontes, iniciar as tratativas de reciprocidade é importante inclusive para fortalecer o Brasil na mesa de negociações com os Estados Unidos. Novas tarifas começaram a valer hoje e com isso alguns produtos podem ser alvo de até 37,5% de sobretaxa.
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Nas últimas reuniões dos segmentos afetados com o governo, empresários pediram para o Brasil tentar encontrar uma solução diplomática. A avaliação de algumas fontes, contudo, é que talvez os Estados Unidos não estejam tão dispostos a negociar antes das eleições e que a postura dos norte-americanos pode ser a de esperar pelo resultado do pleito.
O governo, no entanto, também começou a projetar que com a insistência dos Estados Unidos nas tarifas e a imprevisibilidade de mercado causado pelas medidas de Donald Trump, os empresários, aos poucos, vão migrar para outros mercados, pois o comércio internacional precisa de “previsibilidade”.
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