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Planalto tenta acalmar empresários e sinaliza cautela com Lei da Reciprocidade

Interlocutores do Palácio do Planalto avaliam que acionar dispositivo é importante, inclusive para facilitar negociações com os EUA

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O governo brasileiro afirmou que acionar a Lei da Reciprocidade não implica em sua aplicação imediata, mas sim em iniciar um debate com empresários e avaliar riscos.
  • A medida é vista como importante para fortalecer o Brasil nas negociações com os Estados Unidos, especialmente após a imposição de novas tarifas que podem chegar a 37,5%.
  • Empresários pedem uma solução diplomática, mas há dúvidas sobre a disposição dos EUA para negociar antes das eleições.
  • O governo projeta que a insistência dos EUA nas tarifas pode levar empresários a buscar outros mercados devido à necessidade de previsibilidade no comércio internacional.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O presidente dos EUA, Donald Trump, durante Fórum de Investimento EUA-Arábia Saudita
Governo avalia quando usar lei em reação a tarifaço de Trump Evelyn Hockstein/Reuters - 19.11.2025

Interlocutores do Palácio do Planalto tentaram acalmar empresários nesta sexta-feira (24) sobre um possível uso da Lei da Reciprocidade. Segundo o governo, a promessa de acionar a medida, como anunciado em nota oficial da Secom (Secretaria de Comunicação da Presidência da República), não significa aplicá-la imediatamente antes do debate com empresários e avaliações de risco.

Para essas fontes, iniciar as tratativas de reciprocidade é importante inclusive para fortalecer o Brasil na mesa de negociações com os Estados Unidos. Novas tarifas começaram a valer hoje e com isso alguns produtos podem ser alvo de até 37,5% de sobretaxa.


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Nas últimas reuniões dos segmentos afetados com o governo, empresários pediram para o Brasil tentar encontrar uma solução diplomática. A avaliação de algumas fontes, contudo, é que talvez os Estados Unidos não estejam tão dispostos a negociar antes das eleições e que a postura dos norte-americanos pode ser a de esperar pelo resultado do pleito.

O governo, no entanto, também começou a projetar que com a insistência dos Estados Unidos nas tarifas e a imprevisibilidade de mercado causado pelas medidas de Donald Trump, os empresários, aos poucos, vão migrar para outros mercados, pois o comércio internacional precisa de “previsibilidade”.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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