Empresas de internet querem regulação de preços pelo uso de postes; valor vai de R$ 3 a R$ 38
Organização ligada a provedores regionais apresentou demanda na Câmara dos Deputados e pediu apoio do ministro das Comunicações
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As empresas de pequenos provedores de internet tentam aprovar, ainda este ano, uma medida para regulação dos preços por uso de infraestrutura pública e de concessionárias. Uma das propostas envolve, por exemplo, diminuir a discrepância nos valores pelo compartilhamento de postes entre empresas de energia e telecomunicações, por exemplo.
Presidente da Abrint (Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações), Breno Vale contou ao R7 Planalto que pesquisas feitas pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) revelam uma variação de mais de 700% nos preços.
“O preço varia de R$ 3,50 por ponto ou poste, para até R$ 38. É uma disparidade de preços muito grande entre as concessionárias, e isso precisa ser regularizado de alguma forma para dar o mesmo tipo de acesso a todos”, defendeu.
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O presidente da Abrint também argumenta que, hoje, essa discrepância é um dos principais entraves à expansão da banda larga no Brasil.
Nesse sentido, a associação cobrou atuação do Ministério das Comunicações, chefiado por Frederico de Siqueira Filho. O ministro reconheceu a importância dos provedores regionais, disse estar ciente da realidade do Brasil e afirmou que apoia a iniciativa.
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