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PT prega diálogo com Alcolumbre e espera que reunião com Lula destrave a 6x1

Alinhamento com Planalto para redução de jornada será defesa de Camilo Santana, que assumiu liderança no Senado

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O PT busca priorizar o diálogo com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, sobre a redução da jornada de trabalho no modelo 6x1.
  • Camilo Santana foi confirmado como novo líder do PT no Senado, com a missão de alinhar estratégias com o Planalto.
  • Espera-se que o presidente Lula se reúna com Alcolumbre em breve para avançar na pauta, embora ainda não haja data definida.
  • Alcolumbre se mostrou insatisfeito com cobranças públicas do PT, especialmente após críticas do líder do partido na Câmara, Pedro Uczai.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O presidente Lula deve recber o presidente do Senado para discutir a 6x1 José Cruz/Agência Brasil

A bancada do PT no Senado decidiu, nesta quarta-feira (8) priorizar a recomposição do diálogo com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). A avaliação é que críticas públicas ligadas à condução dele sobre a proposta de redução da jornada de trabalho no modelo 6x1 — como fez o líder do PT na Câmara, Pedro Uczai (SC) — não têm funcionado para destravar a pauta. Pelo contrário. Alcolumbre tem demonstrado sua irritação com as cobranças.

A decisão foi uma das pautas do encontro que confirmou o nome de Camilo Santana (CE) como novo líder do partido no Senado, nesta quarta-feira (8). A reunião também tratou da necessidade de que a conversa entre Alcolumbre e Lula realmente ocorra para destravar a redução de jornada.


Segundo apurou o R7 Planalto, na conversa entre parlamentares, foi confirmado que Lula irá receber Alcolumbre em breve, mas ainda sem uma data específica para o encontro.

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Parlamentares que estiveram na reunião também compartilharam que Alcolumbre reclamou da cobrança feita ontem por Uczai para que ele paute a 6x1 para não se tornar “inimigo do trabalhador”.


A fala do petista foi mal recebida pelo amapaense que considera ter ampliado diálogo ligado à redução da jornada e disse que não vai aceitar “ameaças”.

Uma ala do governo tem adotado tom crítico ao Alcolumbre por ele não ter avançado com a PEC aprovada pela Câmara. O texto precisa passar pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), mas está estacionado entre senadores há mais de um mês.

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