Logo R7.com
RecordPlus
R7 Planalto

Federação União-PP diz que PT tenta reverter apoio a Ciro Gomes no Ceará

Diretórios do União Brasil e do PP acionaram a Justiça para anular a convenção que oficializou apoio ao tucano

R7 Planalto|Amanda Garcia, do R7, em Brasília

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O conteúdo está indisponível no momento.
  • Por favor, tente novamente mais tarde.
  • Verifique sua conexão com a internet.
  • Entre em contato com o suporte se o problema persistir.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ciro Gomes
Ciro Gomes é candidato ao governo do Ceará pelo PSDB Reprodução/Flickr PSDB Nacional

A disputa pelo apoio de partidos de centro no Ceará ganhou um novo capítulo depois que os diretórios estaduais do União Brasil e do PP acionaram o TRE-CE (Tribunal Regional Eleitoral do Ceará) para tentar anular a convenção da federação União Progressista que oficializou apoio à candidatura de Ciro Gomes (PSDB) ao governo do estado.

Na convenção no domingo (26), a federação confirmou Ciro como candidato ao Palácio da Abolição, Roberto Cláudio (PSDB) como vice e Capitão Wagner (União Brasil) como candidato ao Senado, consolidando o palanque de oposição ao governador Elmano de Freitas (PT).


Leia Mais

Em entrevista ao R7 Planalto, Capitão Wagner, presidente da federação União Progressista no Ceará, afirmou que o pedido de anulação “não tem qualquer embasamento jurídico” e argumentou que a legislação das federações partidárias atribui à própria federação, e não aos partidos isoladamente, a competência para decidir alianças e apoios majoritários.

“A decisão política sempre cabe às federações. Os partidos têm autonomia para definir suas chapas proporcionais, mas a definição sobre quem apoiar para o governo e para o Senado cabe exclusivamente à federação”, disse.


Segundo Wagner, a convenção da União Progressista aprovou por unanimidade o apoio a Ciro Gomes. Ele afirmou que os 11 integrantes com direito a voto se manifestaram favoravelmente à decisão.

Wagner atribuiu a ofensiva judicial a uma articulação do senador Camilo Santana (PT-CE), ex-ministro da Educação do governo Lula, para atrair o apoio da federação ao campo governista. “Houve muita pressão política durante as negociações”, afirmou.


De acordo com o ex-deputado federal, parlamentares ligados ao grupo governista passaram parte das reuniões recebendo ligações de dirigentes nacionais e interlocutores do PT. Ele também afirmou que recebeu ofertas de espaço no governo estadual para que a federação migrasse para o palanque de Elmano, o que classificou como “propostas indecentes”.

Os diretórios estaduais do União Brasil e do PP sustentam que as convenções partidárias das duas legendas aprovaram apoio ao governador petista e que essa posição deveria prevalecer. Na ação apresentada ao TRE-CE, os partidos pedem o reconhecimento das deliberações aprovadas separadamente por cada sigla.


A disputa no Ceará ocorre justamente no momento em que outra legenda de centro, o MDB, decidiu liberar seus diretórios estaduais para definirem os apoios regionais nas eleições de 2026.

A decisão foi tomada pela executiva nacional do partido na segunda-feira (27). No Ceará, o MDB tende a apoiar a candidatura de Elmano de Freitas, ampliando o arco de alianças do governador.

Search Box

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.