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Anvisa vai montar painel de especialistas para acompanhar efeitos da vacina do Butantan

Presidente do órgão ressaltou que processo seguiu rito e contou com 17 estudos clínicos com 16 mil voluntários

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Anvisa vai criar um painel de especialistas para monitorar os efeitos da vacina da dengue do Butantan.
  • O Ministério da Saúde suspendeu a imunização após relatos de efeitos adversos graves, incluindo duas mortes e um caso grave.
  • Foram realizados 17 estudos clínicos com 16 mil voluntários, sendo 11 mil vacinados e 6 mil com placebo.
  • O Butantan reforça seu compromisso com rigor na investigação e destaca que a vacina está em desenvolvimento há mais de 20 anos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Alexandre Padilha anunciou medidas nesta segunda-feira em coletiva de imprensa João Risi / MS - 29.05.2026

A Anvisa anunciou que vai montar um painel de especialistas para acompanhar os efeitos da vacina da dengue produzida pelo Butantan. A medida foi adotada após o Ministério da Saúde suspender a imunização para investigar casos de efeitos adversos graves do imunizante.

Segundo a pasta, foram notificados duas mortes que podem estar relacionadas a vacina, além de um terceiro caso grave. Outras 42 pessoas apresentaram quadro severo. A relação com a vacina ainda é investigada.


“A Anvisa seguiu todos os ritos regulatórios e os melhores ritos regulatórios. Fizemos um estudo com 17 mil pessoas que participaram da fase do estudo clinico, 6 mil com placebo e 11 mil vacinados com a vacina”, explicou o diretor-presidente Leandro Safatle.

De acordo com Safatle, “o objetivo agora da Anvisa é acompanhar esses casos e avaliar de forma bastante consistente os resultados”.


Presidente do Butantan, Esper Georges Kallás, afirmou compromisso com “máximo rigor possível” e ressaltou que imunizante é estadado a mais de 20 anos.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, reforçou que o objetivo é identificar se há um fator de risco específico relacionada a imunização. “Isso pode reorientar uma nova estratégia de vacinação. Nas vacinas que já estão distribuídas, a orientação é armazenar”, explicou.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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