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Terras raras podem ser nova ‘moeda de troca’ a tarifas dos EUA

Após aprovar reciprocidade frente a taxas de 50%, minerais críticos são uma aposta de contribuição do Congresso ao debate internacional

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Uma lei para regulamentar a exploração de terras raras e minerais críticos pode contribuir com uma resposta a possíveis tarifas dos EUA.
  • Congressistas veem os minerais como uma "moeda de troca" semelhante à política de reciprocidade aprovada anteriormente.
  • A senadora Tereza Cristina destaca a importância e cobiça por esses recursos, e acredita em um desfecho legislativo ainda neste ano.
  • O projeto de criação da Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos já foi aprovado pela Câmara dos Deputados e aguarda votação no Senado.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Tereza Cristina considera que minerais críticos podem contribuir com negociação aos EUA Carlos Carlos Moura/Agência Senado - 27.05.2026/Agência Senado

A criação de uma lei para definir critérios para exploração de terras raras e minerais críticos pode ser uma nova “moeda de troca” a possíveis novas tarifas dos Estados Unidos contra o Brasil.

O espaço concedido aos minerais funcionaria, segundo avaliação de congressistas, de forma semelhante ao debate ligado à reciprocidade, que contou com apoio do Congresso quando os EUA anunciou o primeiro tarifaço contra o Brasil, de 50%.


“É uma moeda de troca. Com certeza, é uma coisa que existe a cobiça”, considera senadora Tereza Cristina (PP-MS). Ex-ministra da Agricultura, ela foi a relatora da reciprocidade aprovada pelo Congresso em abril do ano passado.

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A senadora considera possível um desfecho da lei ainda este ano. Um projeto para criação da Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos foi aprovado pela Câmara e aguarda para votação no Senado.


Apesar da possível contribuição, a avaliação de congressitas é de que as negociações partem do governo federal.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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