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Documentos eram anotações pessoais que não foram passadas a Bolsonaro, afirma advogado de Ramagem

STF passa a escutar, nesta terça (2), as defesas de acusados do núcleo crucial da trama golpista

Hora News|Do R7

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O julgamento do núcleo crucial da trama golpista pela Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) começou a ouvir os advogados de defesa no início da tarde desta terça-feira (2). O advogado Paulo Renato Garcia Cintra, defensor de Alexandre Ramagem, deputado federal e ex-diretor da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), rechaçou a acusação de que o parlamentar tenha confeccionado documentos com teor golpista.

Segundo o defensor, a acusação se baseou em quatro documentos de texto coletados durante as investigações, mas que não passavam de anotações de declarações públicas do ex-presidente Jair Bolsonaro e considerações pessoais de Ramagem, não sendo entregues ao então chefe do Executivo, com exceção de uma captura de tela.

“Eram anotações, eram opiniões pessoais de Alexandre Ramagem, aliás quero reiterar uma delas sobre a adoção do voto auditável, do voto impresso, embora realmente no corpo desse texto houvesse menção a esse fato sem juiz de valor”, completou o advogado.

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