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'Não é uma medicação, é um conjunto', destaca médica sobre o atendimento com escuta

Albertina Takiuti relembra sua trajetória e fala sobre como a educação mudou a vida de sua família

Mulheres Positivas|Do R7

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O Mulheres Positivas desta quinta-feira (5) recebeu Albertina Duarte Takiuti, ginecologista e obstetra conhecida pela defesa da saúde da mulher e do adolescente no Brasil. Originária de Portugal e com mãe analfabeta, ela é a primeira mulher que aprendeu a ler e escrever na família e se formou na USP (Universidade de São Paulo).

“Então eu não me lembro da minha vida de não dizer nunca que eu não ia ser médica. Eu não me lembro de nenhuma profissão. A minha mãe portuguesa queria que eu trabalhasse na padaria do meu padrinho ou de qualquer outro português. Meu pai me apoiou. Aí minha mãe dizia: ‘Tu és pobre, não podes ser médica’, ‘mas eu sou inteligente, eu posso ser’”, relembra.

Apesar de dificuldades na infância e os desafios na época da escola, Albertina ressalta a importância de sempre ter estudado e como isso a levou ao estágio de sua carreira nos dias atuais. Com as experiências de vida, a médica ressalta a importância de sempre aplicar um atendimento com escuta e humanizado às pacientes e como isso pode mudar vidas.

“Então, como eu digo agora na menopausa: ‘Eu sinto a menopausa, vamos mudar isso, mas como vamos mudar?’. Não é uma medicação, é um conjunto. Embora eu seja médica, eu não acreditava num remédio, eu acreditava num conjunto de medidas que pudessem mudar as vidas das mulheres”, completa a doutora.

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