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Ex-governador do Rio Cláudio Castro e dono da Refit são alvo de operação da PF

Equipes da Polícia Federal cumprem mandados de busca e apreensão na casa do ex-governador, em condomínio de luxo na Barra da Tijuca

Rio de Janeiro|Do R7, em Brasília e Natália MartinsOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Cláudio Castro, ex-governador do Rio de Janeiro, é alvo de uma operação da Polícia Federal.
  • Agentes cumprem mandados de busca e apreensão na residência de Castro, na Barra da Tijuca.
  • A operação também busca outro alvo em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.
  • Informações adicionais sobre a operação estão em atualizações na imprensa.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Cláudio Castro (PL) está entre alvos de mandado de prisão emitido pelo Supremo Tribunal Federal Tânia Rêgo/Agência Brasil – 06.10.2023

O ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) e o empresário Ricardo Magro, dono do Grupo Refit, são alvo da Operação São Refino, da PF (Polícia Federal), na manhã desta sexta-feira (15). A força-tarefa ocorre no Rio de Janeiro e em outras duas unidades da Federação.

Os policiais cumprem mandados de busca e apreensão na casa do ex-governador, em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca, na zona sudoeste da cidade. Ricardo também é alvo das investigações, mas atualmente mora nos Estados Unidos. O grupo comandado por ele é controlador da antiga Refinaria de Manguinhos, no Rio de Janeiro, e considerado o maior devedora contumaz do país.


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A Operação Sem Refino apura a suposta atuação de um conglomerado econômico do ramo de combustíveis, suspeito de usar uma estrutura societária e financeira para ocultação patrimonial, dissimulação de bens e envio de dinheiro ao exterior.

As equipes cumprem 17 mandados de busca e apreensão, além de sete ordens judiciais para afastamento da função pública, no Rio de Janeiro, em São Paulo e no Distrito Federal. Os policiais também investigam possíveis fraudes fiscais, ocultação patrimonial e inconsistências relacionadas à operação de uma refinaria vinculada ao grupo.


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A operação ocorreu por autorização do STF (Supremo Tribunal Federal) e levou à inclusão do nome de um dos investigados na Lista de Difusão Vermelha da Interpol (Organização Internacional de Polícia Criminal). Essa relação inclui pessoas com mandados de prisão em aberto, para que sejam presas no país em que estiverem.

O STF ainda determinou o bloqueio de aproximadamente R$ 52 bilhões em ativos financeiros e a suspensão das atividades econômicas das empresas investigadas.


A operação faz parte dos trabalhos da PF nas apurações relacionadas à ADPF (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamenta) nº 635/RJ. Essa ação judicial envolve a atuação de organizações criminosas e as conexões delas com agentes públicos no estado do Rio de Janeiro.

A força-tarefa desta manhã ocorre com apoio técnico da Receita Federal do Brasil.

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