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Tiros e explosões assustam alunos e professores em Manguinhos

Entrada de escola ficou bloqueada; segundo o comando da UPP da comunidade, policiais foram atacados quando faziam patrulhamento 

Rio de Janeiro|Rayssa Motta, do R7*

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Segundo a direção, policiais deflagraram gás na porta do colégio
Segundo a direção, policiais deflagraram gás na porta do colégio

Tiros e explosões de bombas em frente à escola municipal Maria de Cerqueira, em Manguinhos, na zona norte do Rio de Janeiro, assustaram e impediram a saída de alunos, funcionários e professores, na manhã desta terça-feira (25), segundo a direção da unidade. 

De acordo com o comando da UPP Manguinhos, policiais militares faziam um patrulhamento na comunidade quando foram recebidos a tiros por criminosos na localidade conhecida como Correia. Não há registros de presos ou feridos. 


A direção da escola informou que ninguém precisou de atendimento emergencial. Ainda segundo a diretoria, os policiais deflagram o gás próximo à porta do colégio, afetando algumas salas. De acordo com a SME (Secretaria Municipal de Educação), não houve cancelamento de aulas. 

Operações policiais em horário de aulas


A coordenadora da 4ª CRE (Coordenadoria Regional de Educação), Fátima Barros, criticou a realização de operações policiais no horário escolar após a morte do adolescente Marcus Vinícius da Silva, de 14 anos, baleado quando ia para o colégio durante uma operação da Polícia Civil no Complexo da Maré, também na zona norte.

Assassinato de Marcus Vinicius completa sete dias


Nesta quarta-feira (26), os corpos discente e docente, além de funcionários das 44 unidades escolares do Complexo da Maré e do Secretário Municipal de Educação, Cid Banjamin, se reúnem no CIEP (Centro Integrado de Educação Pública) Operário Vicente Mariano, onde Marcus Vinícius estudava. Um “abraçasso” à escola foi organizado para homenagear o menino no dia em que sua morte completa uma semana.

Em dois anos, 28 crianças com idade entre zero e 14 anos foram vítimas fatais em decorrência de balas perdidas no Rio de Janeiro, segundo o presidente da ONG Rio de Paz, Antônio Carlos Costa.

*Estagiária do R7, sob supervisão de Bruna Oliveira

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