Análise: em corrida por avanços da IA, Brasil deve escolher se está do lado dos EUA ou da China
Escolha pode definir rumo do futuro da economia brasileira, segundo o advogado especialista em direito digital Luiz Augusto D’Urso
Tecnologia e Ciência|Do R7, com RECORD NEWS
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
A cada dia, a China torna-se mais ativa no mercado da inteligência artificial. Nesta segunda-feira (27), a empresa CMXT Corp, que produz chips de memória importantes para a tecnologia, tornou-se o negócio mais valioso do país. Enquanto isso, os modelos chineses de IA continuam a ser aperfeiçoados e já competem com os mais avançados sistemas norte-americanos.
Com as duas maiores potências globais competindo em uma área que promete alterar a economia, o Brasil não pode ficar parado. “Do jeito que as coisas estão acontecendo, nós vamos precisar escolher um dos dois lados. Nós estaremos com os Estados Unidos ou com a China nessa corrida", afirmou o advogado especialista em direito digital Luiz Augusto D’Urso ao Conexão Record News desta terça (28).
A decisão pode levar a um futuro favorável ao Brasil, mas também pode transformar o país em um mero polo de residência para data centers, dependente das principais empresas do exterior. Nesta corrida da inteligência artificial, o destino da economia brasileira se encontra nas mãos dos futuros líderes e as eleições ganham ainda mais relevância a nível internacional.
“Vai depender de como o nosso governo — ou aquele eleito — decidirá no ano que vem qual caminho seguir. Quais serão os nossos parceiros e quais serão esses acordos. Porque, se nós aceitarmos tudo na hipótese de participar dessa corrida, pode ser que a conta não seja tão favorável para nós”, conclui D’Urso.
Análises, entrevistas e as notícias do Brasil e do mundo estão na RECORD NEWS. Acesse o site aqui e confira os principais conteúdos em texto e vídeo!













