Superlotação de satélites em órbita pode prejudicar o meio ambiente e a saúde; confira
Estudo do Observatório Europeu do Sul alertou para a quantidade dos equipamentos no céu e os prejuízos que serão desencadeados
Tecnologia e Ciência|Do R7, com RECORD NEWS
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
Um estudo do Observatório Europeu do Sul, publicado na revista científica Astronomy and Astrophysics, alertou para a explosão quantitativa de satélites em órbita, que pode facilitar um clareamento no céu, que comprometeria as observações astronômicas nas próximas décadas.
Os dados recolhidos mostraram que hoje, cerca de 14 mil satélites circulam a Terra, sendo a maioria da Starlink, da SpaceX. Mas, apesar de o número já se consolidar como alto, a previsão explorada no estudo é de que, com os projetos internacionais já anunciados, a quantidade possa chegar a 1,7 milhão.
Veja Também
De acordo com a pesquisa, o problema não está apenas na quantidade, mas sim na luminosidade proporcionada pelos satélites. Cientistas afirmaram que o brilho dos equipamentos espaciais cruza o campo de visão dos telescópios, deixando o horizonte nos céus semelhante ao de cidades grandes, onde a poluição luminosa dificulta a observação das estrelas.
Para evitar o impacto negativo, o estudo propôs que fosse imposto um limite de números de satélites. O ideal sugerido foi cerca de 100 mil em órbita e a redução máxima do brilho exposto pelos equipamentos, que também pode prejudicar o meio ambiente e a saúde por meio da alteração do ciclo biológico de animais, plantas e até dos seres humanos.
Análises, entrevistas e as notícias do Brasil e do mundo estão na RECORD NEWS. Acesse o site aqui e confira os principais conteúdos em texto e vídeo!
















