Vigilância com IA que encontra fragilidades de sistemas precisa ser redobrada, alerta especialista
Empresa norte-americana de tecnologia alega que nova ferramenta, ainda em testes, pode detectar falhas de cibersegurança
Tecnologia e Ciência|Do R7, com RECORD NEWS
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
A Anthropic, empresa norte-americana de inteligência artificial, alega que a nova ferramenta, o Claude Mythos, pode detectar falhas de cibersegurança que ainda não foram identificadas por profissionais da tecnologia.
O novo modelo ainda tem uso restrito e está sendo testado por apenas algumas empresas. A Anthropic confirmou que deve liberar o acesso para outras 150 organizações de vários setores.
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Em entrevista ao Conexão Record News desta segunda-feira (8), Arthur Igreja, especialista em tecnologia e inovação, explica que a nova ferramenta “é um modelo que foi desenvolvido para criação de código, para desenvolvimento de software, só que a própria Anthropic resolveu não lançar para o público e para as empresas, porque ela percebeu que era um modelo incrivelmente capaz de detectar falhas de cibersegurança em vários sistemas, e isso no começo assustou, especialmente os mercados financeiros”.
Igreja ressalta a importância da empresa ter sido prudente ao segurar o lançamento da IA a fim de maturar a tecnologia antes de chegar ao mercado de forma irrestrita.
“A vigilância agora precisa ser redobrada nessa era da IA, já que a IA começa a ganhar essa possibilidade não só de escalar ataques e uma série de outras possibilidades, mas de encontrar fragilidades em sistemas já existentes”, alerta.
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