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Caminhar 7.000 passos por dia pode reduzir risco de morte, aponta nova pesquisa

Meta é mais realista do que 10 mil passos, considerado parâmetro a ser alcançado; Melody Ding, autora do estudo, explica descoberta

News das 19h|Do R7

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Uma pesquisa publicada pela professora Melody Ding aponta que caminhar 7.000 passos por dia pode reduzir o risco de morte. Novo valor é menor e mais realista em relação aos 10 mil passos antes considerados parâmetro a ser alcançado.

Em entrevista ao News das 19h desta sexta-feira (22), a autora do novo estudo afirma que “os 10 mil passos faziam parte de uma campanha do Japão e não eram baseados em evidências”. Melody conta que se interessava em descobrir qual seria a meta baseada em evidências para contagem de passos.

“Resumimos mais de 50 estudos de várias partes do mundo, tentando realmente combinar as conclusões desses trabalhos, e o que encontramos foi que com 7.000 passos já poderíamos obter benefícios quase comparáveis aos 10 mil passos”, explica.

A pesquisadora diz que a metodologia de metanálise — na qual são resumidas e combinadas as conclusões dos estudos anteriores — foi utilizada no estudo para não haver interferência de um resultado específico.

Sobre a influência de exercícios em doenças como depressão e demência, Melody afirma: “Temos evidências muito boas de que a atividade física previne doenças cardiovasculares, por exemplo, mas em termos de saúde cerebral, ainda é uma área em desenvolvimento, definitivamente há cada vez mais evidência ligando atividade física à saúde cerebral”.

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