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Alckmin diz que ’mais de 90% dos estados’ aceitaram acordo para reduzir ICMS do diesel

Ministério do Desenvolvimento considera 22 confirmações; RO e RJ teriam recusado, mas ainda há negociações em outras partes do país

Brasília|Lis Cappi, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Geraldo Alckmin informa que mais de 90% dos estados aceitam reduzir ICMS do diesel.
  • A proposta visa diminuir em R$ 0,60 o valor final do combust\u00edvel.
  • Rio de Janeiro e Rond\u00f4nia recusaram a proposta, enquanto 22 estados confirmaram ades\u00e3o.
  • Minist\u00e9rio da Fazenda conduz negocia\u00e7\u00f5es com outros estados para ades\u00e3o.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin (PSB) declarou que prioridade é abastecimento de combustíveis Lis Cappi/R7 - 02.04.2026

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), afirmou nesta quinta-feira (2) que o governo federal está otimista com o apoio das unidades da Federação ao projeto para reduzir valores do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre o diesel.

Nas estimativas de Alckmin, “mais de 90%” delas aceitaram a proposta do governo, que mira uma diminuição adicional de R$ 0,60 no valor final visível na bomba de combustível.


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O ministério dá como certa a confirmação de 21 estados e o Distrito Federal, mas destaca que Rio de Janeiro e Rondônia recusaram a proposta do governo. Outros arranjos ainda estão em negociação, com tratativas comandadas pelo Ministério da Fazenda.

“O governo não tem poder de acabar com a guerra, mas faz o possível para minimizar os impactos dela. O que foi feito: retirar tributos federais; zerar o PIS/Cofins; e subsidiar o diesel em R$ 1,20, com R$ 0,60 pelas unidades da Federação e R$ 0,60 da União”, relembrou Alckmin, durante café com jornalistas, pela manhã.


O R7 apurou que o DF faz parte da relação de unidades da Federação que aceitaram a proposta do governo. Porém, até poucos dias antes, havia incerteza se a capital federal entraria no plano de controle de preços dos combustíveis.

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