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Alexandre de Moraes determina bloqueio de bens de Willer Tomaz até R$ 6 bilhões

Decisão inclui o cancelamento dos passaportes de Tomaz e a suspensão das atividades de suas empresas

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Alexandre de Moraes, do STF, determinou o bloqueio de bens de Willer Tomaz até R$ 6 bilhões e a quebra de seus sigilos bancário e fiscal.
  • A decisão inclui o cancelamento dos passaportes de Tomaz e a suspensão das atividades de suas empresas, como Alcazar Holding Ltda.
  • PF identificou Flávio Bolsonaro como "usuário master" de uma conta vinculada à empresa de Tomaz, mas ele nega negócios em comum.
  • A investigação busca informações de correntistas das empresas de Tomaz para reunir dados sobre os fatos investigados.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Moraes determinou o bloqueio de bens de Willer Tomaz até R$ 6 bilhões Fellipe Sampaio/STF/CP

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou a quebra dos sigilos bancário e fiscal do advogado Willer Tomaz, investigado por suspeita de lavagem de dinheiro, além do bloqueio de bens móveis e imóveis até o limite de R$ 6 bilhões.

A decisão, que é sigilosa, também prevê o cancelamento dos passaportes do advogado, incluindo um documento diplomático, e a suspensão das atividades econômicas, financeiras e empresariais de todas as empresas ligadas a ele.

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As medidas atingem as companhias Alcazar Holding Ltda., Alcazar Holdings Unipessoal e Alcazar Global Holdings.

A Alcazar entrou no centro da investigação depois que a PF identificou registros que apontam Flávio Bolsonaro como “usuário master” de uma conta bancária vinculada à empresa. Esse perfil pode permitir acesso ampliado às operações e ao gerenciamento da conta.

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Flávio Bolsonaro e Willer Tomaz afirmam que são amigos, mas negam manter negócios em comum. O senador também contestou a interpretação de que teria mantido uma conta compartilhada com o advogado ou com empresas ligadas a ele.

A determinação também prevê a obtenção de informações de atuais e antigos correntistas dessas empresas, com o objetivo de reunir dados relacionados aos fatos investigados.

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