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Após denúncia de Felca, senadores querem CPI sobre sexualização de crianças

Parlamentares já têm 54 assinaturas em prol da CPI

Brasília|Rute Moraes, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Senadores iniciam coleta de assinaturas para CPI sobre sexualização de crianças.
  • Requerimento é motivado por denúncia do youtuber Felca contra influenciador Hytalo Santos.
  • CPI visa investigar a relação entre conteúdo de influenciadores e exploração sexual de menores.
  • Atuação do Senado busca proteger a infância e a efetividade das políticas de proteção no ambiente digital.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A CPI deve funcionar por 120 dias, com oito membros titulares e cinco suplentes Carlos Moura/Agência Senado - 11/08/2025

Os senadores Jaime Bagattoli (PL-RO) e Damares Alves (Republicanos-DF) iniciaram, nesta segunda-feira (11), a coleta de assinaturas para criar uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para apurar a atuação de influenciadores digitais e de redes sociais na disseminação de conteúdos que sexualizam crianças e adolescentes.

“É imprescindível que o Senado Federal atue de forma proativa para proteger a infância brasileira, garantindo que investigações apropriadas sejam realizadas e que as medidas cabíveis sejam tomadas para coibir práticas abusivas e ilícitas nas redes sociais”, alegam os parlamentares no requerimento.

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A ação dos parlamentares ocorre após o youtuber Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, publicar um vídeo acusando o influenciador digital Hytalo Santos de explorar sexualmente crianças nas redes sociais.

O influenciador digital também foi acusado de explorar trabalho infantil em vídeos que publicava na internet com menores de idade. Hytalo tem mais de 20 milhões de seguidores.

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Na gravação, Felca traz outros exemplos de exploração infantil nas redes e mostra como as plataformas atuam para entregar conteúdos de crianças a pedófilos.

No pedido de CPI, que já conta com 54 assinaturas, os parlamentares também pedem a apuração sobre a relação entre o conteúdo exposto por influenciadores, a exemplo de Hytalo, e a potencial exploração sexual de menores.

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Além disso, pedem uma investigação sobre a efetividade das políticas de proteção à infância no ambiente digital e a resposta das autoridades competentes às denúncias de pedofilia e abuso online.

A CPI deve funcionar por 120 dias, com oito membros titulares e cinco suplentes. Conforme apurou o R7, os senadores esperam angariar mais assinaturas para protocolar o pedido, apesar de já terem o dobro das assinaturas mínimas.

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