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Após troca de farpas com Flávio, Lula diz que ‘não vai permitir que a mentira prevaleça’

Sem citar o senador do PL, presidente defende que a corrida eleitoral seja fundamentada em fatos reais, sem fake news

Brasília|Giovana Cardoso, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Lula afirma que não permitirá que mentiras prevaleçam durante o período eleitoral.
  • O presidente defende uma disputa eleitoral sem fake news e baseada em verdades.
  • Flávio Bolsonaro solicitou aos EUA a suspensão de uma tarifa de 25% contra o Brasil, alegando que fortalece Lula politicamente.
  • Lula critica a família Bolsonaro por querer submeter o Brasil aos interesses dos EUA, prometendo diálogo de igual para igual com outras nações.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Nesta quinta, Lula classificou como 'entreguismo' a postura de Flávio diante dos interesses dos EUA Ricardo Stuckert / PR -2.07.2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a comentar as narrativas usadas no período eleitoral e afirmou que “não vai permitir que a mentira prevaleça”. A declaração, feita nesta sexta-feira (3), ocorre um dia após a troca de farpas com o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

“Esse ano é o ano da verdade. Esse ano que não venha ninguém falar bobagem na televisão, que não venha falar fake news, porque é o seguinte: é olho no olho. Eu não quero saber o que você vai fazer, eu quero saber o que você já fez. A gente não vai permitir que a mentira prevaleça. Esse ano é o ano da verdade. E a verdade, outra vez, vai prevalecer”, disse o petista.


Apesar de não ter citado Flávio, Lula defendeu que a disputa eleitoral seja sem fake news e baseada em verdades.

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A tensão entre o Brasil e os Estados Unidos virou um dos focos do pleito. Nesta quinta (2), o senador solicitou que os EUA suspendam por 180 dias a implementação da tarifa de 25% proposta sobre produtos brasileiros por supostas práticas comerciais desleais. Segundo ele, a medida é ineficaz e acaba fortalecendo politicamente o Lula em ano eleitoral.


“Em outras palavras, as tarifas propostas recompensariam o atual governo brasileiro pela própria estratégia que ele tem seguido: protelar negociações sérias, provocar Washington para uma retaliação e, então, converter essa retaliação em uma vitória política interna”, frisou o senador no texto.

‘Entreguismo’

Ao rebater o parlamentar, Lula classificou como “entreguismo” a postura do adversário diante dos interesses norte-americanos.


“É inaceitável que a família Bolsonaro, com seu entreguismo, queira submeter o Brasil aos interesses dos Estados Unidos, como fica claro no documento enviado hoje por um de seus integrantes ao governo norte-americano. Nós sempre vamos dialogar de igual para igual com qualquer nação do mundo”, afirmou o petista.

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