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Conselho de Ética suspende deputados envolvidos em motim na Câmara

Marcos Pollon (PL-MS), Zé Trovão (PL-SC) e Marcel Van Hattem (Novo-RS) ficarão afastados por dois meses

Brasília|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Conselho de Ética da Câmara suspendeu três deputados por dois meses.
  • A punição se deve à participação em um motim no plenário em agosto do ano passado.
  • Os deputados impediram o presidente da Casa de ocupar seu lugar durante a sessão.
  • Os parlamentares podem recorrer à Comissão de Constituição e Justiça em até cinco dias úteis.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Zé Trovão foi um dos deputados punidos Bruno Spada/Câmara dos Deputados - 05.05.2026

O Conselho de Ética da Câmara decidiu, nesta terça-feira (5), suspender os mandatos dos deputados Marcos Pollon (PL-MS), Zé Trovão (PL-SC) e Marcel Van Hattem (Novo-RS) por dois meses por quebra de decoro parlamentar.

A punição foi dada pela participação dos deputados em um motim promovido no plenário da Câmara em agosto do ano passado. À época, os parlamentares ocuparam a Mesa Diretora em protesto à prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro.


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A sessão do Conselho de Ética durou mais de sete horas e foi marcada por bate-boca entre os parlamentares. Houve um pedido de adiamento da votação, que acabou sendo rejeitado pelo colegiado.

Os deputados fizeram três votações, uma para cada parlamentar. A punição contra Pollon e Van Hattem foi aprovada pelo placar de 13x4. E para Zé Trovão, 15x4.


Os parlamentares suspensos podem recorrer à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) contra a punição. O prazo para apresentar este recurso é de cinco dias úteis, contados a partir da data de publicação da decisão no Diário Oficial da Câmara.

O relatório apresentado pelo deputado Moses Rodrigues (União Brasil-CE), na semana passada, foi favorável à suspensão do mandato dos três parlamentares.


O relator rejeitou os pedidos da defesa para arquivar a denúncia por supostos erros formais. Segundo ele, a Corregedoria avaliou o processo como válido.

Na época do fato, os deputados impediram o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), de ocupar a sua cadeira no plenário, obstruindo os trabalhos da Casa.

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