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CPI do DF que apura atos do 8/1 aprova quebras dos sigilos de empresário e líder indígena preso

Serere Xavante negou conhecer Didi Pimenta, que pediu doações para custear a viagem de indígenas aos acampamentos dos QGs

Brasília|Edis Henrique Peres, do R7, em Brasília

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Indígena nega contato com Bolsonaro durante acampamentos
Indígena nega contato com Bolsonaro durante acampamentos

A CPI dos Atos Antidemocráticos da Câmara Legislativa do Distrito Federal quer quebrar os sigilos fiscal e bancário de José Acácio Serere Xavante e do empresário Didi Pimenta. A medida foi prosposta após o líder indígena negar conhecer Pimenta, que pediu em vídeo doações de Pix para envio da etnia xavante aos QGs do Exército. O advogado de Serere afirmou que muitas pessoas utilizaram o nome do indígena por ele ser uma liderança conhecida.

Na sessão, os parlamentares também questionaram o financiamento dos acampamentos e destacaram que Serere e Didi Pimenta vivem em Campinápolis (MT). Os deputados também ressaltaram que os dois disputaram o cargo de prefeito da cidade em 2020.

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No vídeo apresentado na CPI, Didi Pimenta diz que as doações (de valores de até R$ 500) seriam destinadas ao financimento de oito ônibus que iriam aos acampamentos em Brasília. 

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Questionado sobre os atos, Serere afirmou que suas manifestações eram pacíficas e que também não teve nenhum contato direto nem recebeu ligação do ex-presidente Jair Bolsonaro durante o período em que esteve acampado nos QGs.

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