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STF tem dois votos para manter presos o pai e o primo do banqueiro Daniel Vorcaro

André Mendonça e Fux votaram contra a soltura de Henrique e Felipe Vorcaro; análise foi suspensa após pedido de vista de Gilmar Mendes

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Segunda Turma do STF já tem dois votos para manter presos Henrique e Felipe Vorcaro, pai e primo do banqueiro Daniel Vorcaro, detidos na "Operação Compliance Zero".
  • O relator, ministro André Mendonça, votou pela manutenção da prisão, destacando o protagonismo de Felipe em crimes como lavagem de dinheiro e corrupção.
  • O ministro Luiz Fux antecipou seu voto, concordando com Mendonça, enquanto Gilmar Mendes pediu vista, adiando o julgamento por até 90 dias.
  • Felipe Vorcaro é acusado de tentar obstruir investigações e fugir durante a operação, usando um carrinho de golfe para escapar dos agentes em Trancoso, Bahia.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Mesmo com o julgamento paralisado, Luiz Fux antecipou seu voto e concordou com Mendonça Gustavo Moreno/STF - 26.11.2025

A Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) já tem dois votos a favor de manter na cadeia Henrique Vorcaro e Felipe Vorcaro (pai e primo do banqueiro Daniel Vorcaro, respectivamente). Ambos foram presos pela Polícia Federal na “Operação Compliance Zero”.

O relator do caso, ministro André Mendonça, votou para mantê-los presos. Logo após o posicionamento do relator, o ministro Gilmar Mendes pediu vista — ou seja, mais tempo para analisar o caso, que está em julgamento no plenário virtual.


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Mesmo com a análise paralisada, o ministro Luiz Fux antecipou seu voto e concordou com Mendonça.

Gilmar Mendes tem até 90 dias para devolver o processo. Enquanto o julgamento não for concluído, os dois investigados continuam na prisão. Ainda faltam votar os ministros Dias Toffoli e Nunes Marques.


Papel central

No voto, Mendonça ressaltou o “protagonismo” de Felipe na estrutura criminosa voltada à lavagem de dinheiro, à ocultação patrimonial e à corrupção. Ele está preso desde 7 de maio, em decorrência da quinta fase da operação.

De acordo com o ministro, o investigado exercia papel central nas movimentações patrimoniais e societárias no grupo. Ao justificar a manutenção da medida cautelar, Mendonça afirmou haver indícios de tentativa de obstrução das investigações e risco concreto de fuga.


A decisão aponta que Felipe teria deixado sua residência pouco antes da chegada dos agentes durante a deflagração da segunda fase da Compliance Zero, em janeiro deste ano. Segundo a PF (Polícia Federal), ele usou um carrinho de golfe para fugir do imóvel, localizado em Trancoso, na Bahia.

“Naquela oportunidade, verificou-se que a conduta de Felipe indicou intenção de frustrar a atuação estatal e comprometer a colheita probatória, além da tentativa de empreender fuga”, destacou o ministro.

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