Empresa usa mosquitos geneticamente modificados para reduzir insetos
Eles ajudam ainda no combate à dengue, zika, chikungunya e febre amarela
DF Record|Do R7
Um projeto pioneiro, desenvolvido com mosquitos aedes aegypti modificados geneticamente, tem apresentado bons resultados no combate à dengue. São mosquitos aedes aegypti machos, que não picam e nem transmitem doenças. Eles ajudam no combate à dengue, zika, chikungunya e febre amarela. Em 2022 foram registrados 4.929 casos prováveis de dengue no Distrito Federal.















