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Durigan diz que apenas dois estados ainda não aderiram à MP do Diesel

Subsídio do combustível é uma das apostas do governo para mitigar impactos da alta global do preço do petróleo

Brasília|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Representantes do Brasil discutem soluções para minimizar os impactos econômicos da guerra no Oriente Médio.
  • A medida provisória do diesel visa garantir um abastecimento firme e reduzir os preços do combustível em cerca de R$ 1,20 por litro.
  • 25 estados já confirmaram apoio à medida, que foi proposta com foco na neutralidade fiscal.
  • Ministro Bruno Moretti destaca que o Brasil é um dos países menos afetados pela crise internacional de preços de petróleo.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Durante uma coletiva de imprensa nesta segunda-feira (6), representantes do governo brasileiro revelaram medidas para conter a alta dos preços dos combustíveis, consequência da guerra no Oriente Médio e do fechamento do estreito de Ormuz. Uma das ações consiste em uma Medida Provisória para subsidiar o diesel.

“O presidente Lula nos deu uma diretriz, de que uma guerra que não tem nada a ver com o Brasil [...] não traga prejuízos à nossa população [...] Eu próprio levei ao secretário de Fazenda uma proposta para que, muito diferente do governo anterior, a gente construísse em consenso com os Estados uma saída ou uma mitigação para a importação do diesel, de modo a garantir abastecimento firme de diesel no país”, explicou o ministro da Fazenda, Dario Durigan.


Segundo Durigan, 25 estados já confirmaram adesão à MP, e apenas dois ainda não se manifestaram. De acordo com o ministro, a ação proposta prevê uma subvenção relativa do mesmo montante do ICMS de importação do diesel, o que alivia o preço do combustível em cerca de R$ 1,20 por litro.

Em seguida, o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, ressaltou que a Medida Provisória foi gerada a partir da sugestão de visão para a neutralidade fiscal: “Não se trata apenas do imposto de importação sobre a renda excedente do óleo, mas também de outras rendas anexadas ao petróleo [...] O que a gente tem visto é que, em comparação internacional, os dados mostram que de fato o Brasil é um dos países menos afetados por essa crise, por essa oscilação de preço ocasionada pela guerra”, enfatizou.

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