‘É um tapa na cara dos brasileiros’, diz Zema sobre áudio de Flávio Bolsonaro
Caso envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro gerou críticas de políticos nas redes sociais
Brasília|Mariana Saraiva, do R7, em Brasília
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Políticos usaram as redes sociais nesta quarta-feira (13) para criticar o pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro após o vazamento de um áudio em que ele cobra do banqueiro Daniel Vorcaro o pagamento de um filme em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, também pré-candidato à Presidência, afirmou que a postura de Flávio representa “um tapa na cara dos brasileiros”.
“Ouvir você cobrando dinheiro é imperdoável. É um tapa na cara dos brasileiros de bem. Não adianta criticar as práticas de Lula e do PT e fazer a mesma coisa. É preciso ter credibilidade para mudar o Brasil”, disse Zema em vídeo publicado nas redes sociais.
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Por meio de nota divulgada nas redes, o pré-candidato à Presidência do Missão, Renan Santos, afirmou que os desdobramentos do caso envolvendo o banco Master mostram que nem Flávio Bolsonaro nem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva representam uma alternativa para quem busca “um Brasil honesto, próspero e livre”.
“De um lado, o governo mais corrupto da história, que gestou o Cred-Cesta de Vorcaro em seus governos na Bahia. Do outro, um senador enlameado em escândalos de corrupção desde as rachadinhas na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro até a cobrança de R$ 134 milhões de Daniel Vorcaro”, afirmou.
Filme
O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) admitiu ter pedido dinheiro ao dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, para produzir um filme sobre o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Flávio afirma que procurava patrocínio privado para o filme Dark Horse, que conta a história de Bolsonaro e não possui incentivos públicos.
“É preciso separar os inocentes dos bandidos. No nosso caso, o que aconteceu foi um filho procurando patrocínio privado para um filme privado sobre a história do próprio pai. Zero de dinheiro público. Zero de Lei Rouanet”, disse o parlamentar em nota enviada à imprensa.
Ele diz que o pedido foi feito antes das suspeitas de fraudes envolvendo o Master. “Conheci Daniel Vorcaro em dezembro de 2024, quando o governo Bolsonaro já havia acabado e quando não existiam acusações nem suspeitas públicas sobre o banqueiro.”
Segundo Flávio, os pagamentos de Vorcaro eram feitos em parcelas. “O contato é retomado quando há atraso no pagamento das parcelas de patrocínio necessárias para a conclusão do filme.”
No texto, o senador nega irregularidades e defende a criação de uma CPI no Senado para investigar o caso do Banco Master.
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